MOTIVO DA EXISTÊNCIA DO BLOG

O motivo fundamental da existência do meu Blog, é divulgar os textos que meu marido Edno escreve toda semana, tendo como fonte a temática da nossa Igreja.

Que Deus nos abençoe!

segunda-feira, 31 de março de 2014

31-03-2014 UMA HISTORIA DE A M O R





           A Bíblia Sagrada não é somente uma coletânea de livros. Ela é a única regra de fé e de prática para os verdadeiros cristãos.
            Entre seus 66 livros existem alguns históricos e outros de história.
            É o caso do Livro de Ester e do Livro de Rute, que contam histórias de mulheres que tiveram influência na vida do povo de Israel, não por serem guerreiras, muito pelo contrário.
            O Livro de Ester narra como uma mulher pôde salvar um povo do extermínio, usando seus atributos femininos com Assuero, o rei persa que dominava o mundo da sua época.
            É uma linda história de amor.
            O Livro de Rute também é uma história de amor, com mais personagens e outras conseqüências.
            Narra, essencialmente, o amor de uma mulher viúva por sua sogra, já idosa, o qual lhe dá a oportunidade de fazer a declaração de amor mais incondicional que se conhece, que ainda hoje é repetida em muitas cerimônias de casamento ( Rute 1:16-17)
            As duas histórias, entretanto, têm um ponto em comum, que muitas vezes passa despercebido ao leitor.
            É a ação do Espírito Santo de Deus na História de Povo de Israel, mudando circunstâncias, criando situações, removendo obstáculos, resolvendo problemas insolúveis a nossos olhos.
            Do amor de Rute por Noemi e depois, de Boaz por Rute, por exemplo, foi criada a condição do nascimento de Obede, pai de Jessé,  que foi a raiz da geração do rei Davi, ancestral de Nosso Senhor Jesus Cristo.
            O Espírito Santo, ainda hoje, muda vidas. Ele pode mudar a sua.

segunda-feira, 24 de março de 2014


24-03-2014 R E I S


            Quem já assistiu alguma cerimônia de coroação de rei ou rainha, deve estar lembrado de quem coloca na cabeça do monarca a coroa, que simboliza o poder que lhe é conferido.
            Normalmente, é o principal sacerdote religioso do país quem tem esta honra e privilégio. A pergunta é: Por quê?
            Desde os tempos bíblicos é assim que os reis são investidos de poder. Algumas exceções podem ser lembradas, como a de Napoleão Bonaparte, que, desprezando a autoridade papal, coroou-se imperador da França.
            Como começou esta demonstração de submissão dos reis a autoridade eclesiástica pode ser explicada lendo a narrativa bíblica que consta no Livro de Samuel.
            O povo judeu, que tinha juízes para os dirigir, querendo imitar os outros povos vizinhos, que tinham reis, pediu a Samuel, o sacerdote, que escolhesse alguém para ser ungido rei. Apenas por pura e ingênua inveja...
            Não adiantaram os argumentos que Samuel apresentou, nem os avisos que ele fez sobre a relação custo / benefício e mais, as conseqüências com que, certamente, o povo deveria arcar daí em diante... Queriam porque queriam... É só acompanhar o relato bíblico e aprender as lições que as Escrituras Sagradas ensinam...

             A mais importante delas é: Quem escolhia e capacitava os reis de Israel era o Espírito Santo de Deus.             Enquanto o escolhido obedecia, era mantido. Quando não, perdia o poder.
Essa é a explicação da angústia do rei Davi, que tendo pecado contra o Espírito Santo, clamava arrependido: “ Não retires de mim o Teu Espírito” (Salmo 51:11) 

domingo, 23 de março de 2014

ANIVERSÁRIO DO SOBRINHO ANDERSON E DA MARCINHA QUERIDA em22-03-2014


 


 Comemorado no Rest. Da Silva, do Shoping da Tijuca, Um Dia Feliz, muito feliz. Os dois estavam fazendo 40 anos. Deus os abençoe fartamente.

segunda-feira, 17 de março de 2014

17-03-2014 - J U I Z E S


 
            As Escrituras Sagradas são tão maravilhosas, que permitem que seus leitores tirem lições profundas de textos aparentemente cansativos, ou de difícil interpretação.
            É o caso do Livro dos Juízes. À primeira vista, o leitor se depara com relatos históricos sobre um povo cercado de outros povos, todos extremamente cruéis, que além de guerrearem entre si, demonstravam uma violência tão exacerbada, que lembra, em muito, os jornais de hoje...
O que nós, povo de Deus, aprendemos ao ler os relatos desse Livro é a atuação do Espírito Santo de Deus na preservação do povo que havia sido escolhido por Ele.
            ( Note-se ainda que Juiz não era apenas um árbitro de questões entre pessoas; era um líder que unia as tribos de Israel, em períodos especiais, para combaterem os seus inimigos )
            Com a história de Sansão, aprendemos que não eram seus cabelos que lhe davam força. Os cabelos simbolizavam sua força que, como a nossa, vem do Espírito Santo de Deus, para quem seus pais haviam feito um voto, o qual foi quebrado por ele, que era fraco diante dos prazeres do mundo.
Com Débora, juíza de Israel, aprendemos, entre outras coisas, que  quando os homens se omitiram ou se acovardaram diante do perigo, o Espírito de Deus suscitou uma mulher para liderá-los.
A cada juiz escolhido pelo Espírito Santo seguia-se um período de vitórias e prosperidade . O afastamento do povo de Israel do verdadeiro Deus, cultuando imagens e ídolos, provocava derrotas, escravidão e miséria.
Ainda hoje permanece a verdade: Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor! (Salmo 33:12a
Baile de Formatura do Edno, em 1957, no Fluminense F.Clube e com a orquestra  Waldemar Spillman, eu toda feliz como madrinha.

17-03-2014 J U I Z E S


           As Escrituras Sagradas são tão maravilhosas, que permitem que seus leitores tirem lições profundas de textos aparentemente cansativos, ou de difícil interpretação.
            É o caso do Livro dos Juízes. À primeira vista, o leitor se depara com relatos históricos sobre um povo cercado de outros povos, todos extremamente cruéis, que além de guerrearem entre si, demonstravam uma violência tão exacerbada, que lembra, em muito, os jornais de hoje...
O que nós, povo de Deus, aprendemos ao ler os relatos desse Livro é a atuação do Espírito Santo de Deus na preservação do povo que havia sido escolhido por Ele.
            ( Note-se ainda que Juiz não era apenas um árbitro de questões entre pessoas; era um líder que unia as tribos de Israel, em períodos especiais, para combaterem os seus inimigos )
            Com a história de Sansão, aprendemos que não eram seus cabelos que lhe davam força. Os cabelos simbolizavam sua força que, como a nossa, vem do Espírito Santo de Deus, para quem seus pais haviam feito um voto, o qual foi quebrado por ele, que era fraco diante dos prazeres do mundo.
Com Débora, juíza de Israel, aprendemos, entre outras coisas, que  quando os homens se omitiram ou se acovardaram diante do perigo, o Espírito de Deus suscitou uma mulher para liderá-los.
A cada juiz escolhido pelo Espírito Santo seguia-se um período de vitórias e prosperidade . O afastamento do povo de Israel do verdadeiro Deus, cultuando imagens e ídolos, provocava derrotas, escravidão e miséria.
Ainda hoje permanece a verdade: Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor! (Salmo 33:12a )