MOTIVO DA EXISTÊNCIA DO BLOG

O motivo fundamental da existência do meu Blog, é divulgar os textos que meu marido Edno escreve toda semana, tendo como fonte a temática da nossa Igreja.

Que Deus nos abençoe!

segunda-feira, 27 de maio de 2013

27-05-2013 H E R A N Ç A


             Com o progresso científico na área da Genética, a cada dia aumentam os casos de comprovação de paternidade, com base em comparações de DNA. ( O último noticiado foi de alguém que, se dizendo filha do piloto automobilístico Ayrton Senna, pleiteia participar de uma herança que é estimada em torno de 400 milhões de reais...)
            Realidade ou não, qualquer pessoa que se intitula herdeiro de outrem, provoca sempre uma reação de outros, em busca de comprovação.
            Não é de admirar, pois, que os judeus questionassem aquele carpinteiro, filho de um também carpinteiro, que era anunciado e reconhecido como da descendência de Davi, rei de Israel e por este motivo, merecedor de toda honra e respeito.
            A mentalidade da época não atingira a complexidade e a extensão do Reino que Jesus de Nazaré anunciava ter chegado, nem a profundidade que este anúncio tinha, quando Ele, o único herdeiro, se dispunha a dividir a herança com todos os que Nele cressem...
            O questionamento de fariseus, saduceus, escribas e doutores da Lei se restringia ao aspecto material da genealogia. (O  evangelista Mateus, por ser de origem judaica, se preocupara, no seu relato evangelístico, em estabelecer toda a linha genealógica de Jesus...) ( Mateus 1:1-17)
            Contestado e confrontado, Jesus Cristo lhes propõe uma pergunta, para a qual eles não tiveram resposta.( Mateus 22:41-46)
            A resposta mais esclarecedora foi dada algum tempo depois, a Pôncio Pilatos, quando este interroga Jesus: “ És tu o rei dos judeus?”
                        “O meu Reino não é deste mundo” ( João 18:36)
                    A nossa herança não se restringe apenas a esta vida. Aleluia

domingo, 26 de maio de 2013






segunda-feira, 20 de maio de 2013

20-05-2013 A u t o E x a m e


            O ditado popular que diz “ Errar é humano” se completa com a afirmação “ Persistir no erro é irracional.”
            De fato, saber reconhecer seus próprios erros é uma demonstração de inteligência e faz parte da personalidade dos indivíduos de caráter.
            ( A chamada “síndrome de Adão”, que é a tentativa de transferir a responsabilidade de um erro para outrem, está cada vez mais disseminada, principalmente entre nossos governantes...)
A primeira exortação que Jesus Cristo fez ao iniciar Seu Ministério é a mesma que João Batista fez ao povo, diante da proximidade da chegada do Messias: “ Arrependei-vos!”( Mateus 3:2; 4:17)
            É o convite à reflexão e ao auto-exame, para se preparar para o encontro com Aquele que é perfeito, reconhecendo humildemente que todos, absolutamente todos nós pecamos e que somente Cristo tem poder e autoridade para perdoar nossos pecados.
            Jesus Cristo nos acena em algumas de suas parábolas com a possibilidade de perdão.
           A que mais entra em detalhes é a chamada do “filho pródigo”, que deveria ser usada para enfatizar exatamente o momento em que o filho mais novo chega ao fundo do poço, faz um auto exame e se arrepende.( Lc. 15:18)
                     “ Voltarei a meu pai e pedirei perdão”.
          As promessas de Deus,  feitas para o povo de Israel, de “ esquecer os pecados de seu povo” caso ele se arrependesse ( II Crônicas 7:14; Isaías 1:18; 43:25-26) se consumam em Cristo Jesus, na cruz.
           Depois de Sua Assunção aos céus, o convite ao arrependimento permanece. ( Atos 2:38; Atos 17:30; Apocalipse 3:19)   

segunda-feira, 13 de maio de 2013

13-05-2013 R E I N O

          A maior dificuldade que alguém enfrenta para explicar o inexplicável a outrem, é a falta de exemplos. ( Dizem que apenas cinco pessoas com alto nível de conhecimento matemático conseguiam entender a Teoria da Relatividade proposta por Albert Einstein).

         Jesus Cristo, o Mestre dos mestres, ao anunciar aos seus discípulos que o Criador de todas as coisas havia preparado um lugar especial, para todos aqueles que cressem que Ele era o Filho do Deus vivo, usou o recurso das comparações e parábolas para alcançar as mentes humanas, tão restritas e apegadas a coisas materiais.

          O Reino dos céus, que João Batista já havia anunciado estar próximo, não poderia, nem ainda hoje pode ser entendido, se não por comparações com coisas que nossa razão aceite, tais como as que Jesus apresentou nas sete parábolas que o evangelista Mateus apresenta no capítulo 13 do seu relato. ( Ainda assim, era necessário que Jesus as explicasse, tal a dificuldade que eles tinham em discernir as coisas espirituais...)

        Em quase todas Jesus começa com a frase: “ O Reino dos céus é semelhante a...”
        As figuras metafóricas dos profetas sobre o Reino do Messias foram substituídas por coisas simples, do dia a dia, para realçar o valor da herança que todos nós, filhos de Deus por adoção em Cristo Jesus, receberemos.

         Nada mais fácil de entender para aquele povo, que ansiava pela restauração do reino de Israel, do que a figura de um rei cercado de súditos submissos e obedientes, vivendo eternamente com Jesus, o Príncipe da Paz, conforme o que já havia sido anunciado pelo profeta Isaías.( 65:17-25)