MOTIVO DA EXISTÊNCIA DO BLOG
O motivo fundamental da existência do meu Blog, é divulgar os textos que meu marido Edno escreve toda semana, tendo como fonte a temática da nossa Igreja.
Que Deus nos abençoe!
sábado, 18 de maio de 2013
segunda-feira, 13 de maio de 2013
13-05-2013 R E I N O
A maior dificuldade que alguém enfrenta para explicar o inexplicável a outrem, é a falta de exemplos.
( Dizem que apenas cinco pessoas com alto nível de conhecimento matemático conseguiam entender a Teoria da Relatividade proposta por Albert Einstein).
Jesus Cristo, o Mestre dos mestres, ao anunciar aos seus discípulos que o Criador de todas as coisas havia preparado um lugar especial, para todos aqueles que cressem que Ele era o Filho do Deus vivo, usou o recurso das comparações e parábolas para alcançar as mentes humanas, tão restritas e apegadas a coisas materiais.
O Reino dos céus, que João Batista já havia anunciado estar próximo, não poderia, nem ainda hoje pode ser entendido, se não por comparações com coisas que nossa razão aceite, tais como as que Jesus apresentou nas sete parábolas que o evangelista Mateus apresenta no capítulo 13 do seu relato. ( Ainda assim, era necessário que Jesus as explicasse, tal a dificuldade que eles tinham em discernir as coisas espirituais...)
Em quase todas Jesus começa com a frase: “ O Reino dos céus é semelhante a...”
As figuras metafóricas dos profetas sobre o Reino do Messias foram substituídas por coisas simples, do dia a dia, para realçar o valor da herança que todos nós, filhos de Deus por adoção em Cristo Jesus, receberemos.
Nada mais fácil de entender para aquele povo, que ansiava pela restauração do reino de Israel, do que a figura de um rei cercado de súditos submissos e obedientes, vivendo eternamente com Jesus, o Príncipe da Paz, conforme o que já havia sido anunciado pelo profeta Isaías.( 65:17-25)
Jesus Cristo, o Mestre dos mestres, ao anunciar aos seus discípulos que o Criador de todas as coisas havia preparado um lugar especial, para todos aqueles que cressem que Ele era o Filho do Deus vivo, usou o recurso das comparações e parábolas para alcançar as mentes humanas, tão restritas e apegadas a coisas materiais.
O Reino dos céus, que João Batista já havia anunciado estar próximo, não poderia, nem ainda hoje pode ser entendido, se não por comparações com coisas que nossa razão aceite, tais como as que Jesus apresentou nas sete parábolas que o evangelista Mateus apresenta no capítulo 13 do seu relato. ( Ainda assim, era necessário que Jesus as explicasse, tal a dificuldade que eles tinham em discernir as coisas espirituais...)
Em quase todas Jesus começa com a frase: “ O Reino dos céus é semelhante a...”
As figuras metafóricas dos profetas sobre o Reino do Messias foram substituídas por coisas simples, do dia a dia, para realçar o valor da herança que todos nós, filhos de Deus por adoção em Cristo Jesus, receberemos.
Nada mais fácil de entender para aquele povo, que ansiava pela restauração do reino de Israel, do que a figura de um rei cercado de súditos submissos e obedientes, vivendo eternamente com Jesus, o Príncipe da Paz, conforme o que já havia sido anunciado pelo profeta Isaías.( 65:17-25)
segunda-feira, 6 de maio de 2013
06-05-2013 H E R D E I R O S
Durante o Seu Ministério de três anos aqui entre nós, Jesus Cristo anunciou
as Boas Novas de Salvação – o Evangelho – acenando para aqueles que nele
cressem com uma grande recompensa, que lhes estava reservada por Seu Pai. Juntamente
com a Eternidade, todos os que reconhecessem ser Ele o Filho do Deus, herdariam
o Reino dos Céus.
Esta era a preocupação do
jovem rico, citado pelo evangelista Lucas,
ao indagar ao Mestre como receber esta herança maravilhosa (
18:18-23 )
Jesus Cristo, conhecendo o
que se passava em seu coração, lançou um desafio que o constrangeu e o fez
afastar-se desanimado, por não ter coragem de abrir mão de suas riquezas por um
bem maior...
A pergunta ainda pode ser
feita nos dias de hoje, por todos os que procuram seguir a Jesus: “ Amado Mestre: e nós, o que faremos?”
A resposta pode ser a mesma
que foi dada por Paulo e Silas ao carcereiro de Filipos, que se prostrou ante
eles e lhes fez aquela pergunta:
“ Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e a
tua casa” (Atos 16:31)
Ao aceitar Jesus Cristo
como seu Salvador, a pessoa confessa que só Ele tem poder de perdoar pecados,
intercedendo junto a Deus Pai por ela, por ser reconhecidamente seu Filho
Unigênito.
Nós, cristãos verdadeiros,
ao reconhecer que Ele é o Único Mediador entre Deus e nós, exatamente por ser
Seu Filho, somos considerados filhos de Deus por adoção em Cristo Jesus ,
o que nos leva à condição de co-herdeiros do Reino dos Céus, com todas as
prerrogativas desta condição.
Estamos isentos de julgamento,
não por absolvição, porque não a merecemos, mas por justificação em Cristo, que foi condenado e morto em nosso
lugar, na cruz do Calvário.
Somos parte da Família de Deus, em Cristo!
segunda-feira, 29 de abril de 2013
29-04-2013 A U L A I N A U G U R A L
O estudo que estamos fazendo sobre os múltiplos atributos de Jesus Cristo,
nosso Senhor e Mestre, sempre nos leva a fazer considerações sobre as
aplicações que eles provocam em nosso quotidiano.
Nos dias de hoje, o ano
letivo em todas as faculdades é aberto com a aula inaugural ministrada pela
autoridade maior do estabelecimento.
( Houve um tempo, não muito
longínquo, em que a chamada Aula Magna era privilégio de alguém denominado Magnífico Reitor...)
Se nos reportarmos para o
tempo de Jesus Cristo, vamos entender que logo depois de assumir a maioridade,
Ele, que freqüentava com assiduidade a sinagoga aos sábados, tenha tido o
privilégio de expor a Lei aos que lá estavam, leigos e doutores.
Ao sentar-se para ministrar
o ensino, após a leitura do Livro do Profeta Isaías, cujo texto Ele mesmo
selecionara,( Isaías 61:1-3) Jesus de Nazaré surpreendeu a todos com a
declaração: “ Hoje se cumpriu a Escritura que acabais de ouvir”. ( Lucas 4:16-20)
Em termos mais simples, Ele
estava querendo dizer: Eu sou o Messias, o Ungido anunciado pelo profeta há
cerca de quinhentos anos atrás.
O escândalo provocado por
esta declaração, considerada blasfêmia pelos que zelavam pelo cumprimento das
Escrituras Sagradas é compreensível para nós, que sabemos da solenidade daquele
momento.
A partir daí, seus
ensinamentos passaram a ser entremeados
de prodígios, sinais e milagres, que lhe davam oportunidade de anunciar a
chegada do Reino de Deus entre nós, com poder e autoridade.
Era, de fato, o momento
solene da Aula Inaugural proferida pelo Mestre dos mestres, sobre o tema do Seu
Ministério: O Reino de Deus!.
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