O mês de maio, há alguns anos, tem sido dedicado às comemorações em torno da família; embora tendo seu clímax no Dia das Mães – segundo domingo – elas se estendem pelo mês inteiro.
Nós sabemos que o Dia das mães se iniciou nas Igrejas evangélicas e se espalhou pelo mundo por interesses comerciais, mas o importante é podermos meditar sobre a base da nossa sociedade que é a família.
Instituída pelo Criador ainda no Éden, ela vem durante estes últimos anos, sofrendo ataques de todos os lados, alguns sutis, outros acintosos.
Muito maiores são os ataques direcionados a chamada Família maior, que é a Igreja de Cristo.
Não bastassem os ataques externos, como perseguições em países do oriente, a Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo sofre com problemas internos, uns muito graves, outros até pueris...
( Afastadas do Seu Primeiro Amor – Jesus Cristo – elas precisam urgentemente abrir a porta, deixa-Lo entrar e ceiar com Ele... ( Ap. 2 e 3)
A Igreja Primitiva, criada através a ação poderosa do Espírito Santo no Pentecoste deve servir de modelo para a atual, cujos membros são como pedras e mais pedras acumuladas umas sobre as outras, sem o cimento que as deve unir, que é o Amor ágape.
O Livro dos Atos do Apóstolos (2:42-47) mostra itens fundamentais que têm sido deixados de lado:
Perseveravam nas orações.
No partir do pão.
Tinham tudo em comum.
Orar mais, juntos. Compartilhar o pão, juntos. Sorrir ou chorar, juntos.
MOTIVO DA EXISTÊNCIA DO BLOG
O motivo fundamental da existência do meu Blog, é divulgar os textos que meu marido Edno escreve toda semana, tendo como fonte a temática da nossa Igreja.
Que Deus nos abençoe!
segunda-feira, 30 de abril de 2012
segunda-feira, 23 de abril de 2012
23-04-2012 T R A N S P L A N T E
Na semana passada, sem muito destaque do noticiário, foi comemorado o primeiro transplante de fígado feito por cirurgiões brasileiros, há exatamente dez anos, com absoluto sucesso. ( Num país onde a saúde pública carece de tudo, este fato deveria ser considerado um milagre...)
A entrevista feita com o paciente e sua família, além de emocionante, nos fez lembrar, em muitos aspectos, o testemunho que estamos habituados a ver e ouvir de pessoas que tiveram um encontro com Jesus Cristo.
“ Eu ressuscitei” – “Agora sou outro homem” – “ passei a viver uma nova vida” foram frases eivadas de sinceridade e emoção, ditas pelo transplantado e confirmadas pelos seus familiares.
Quem já teve o encontro com Cristo sabe que isto é verdade.
Ninguém é mais o mesmo, ao ter seu coração de pedra transformado em coração de carne, conforme a promessa feita por Deus àqueles a quem Ele escolhe.( Ezequiel 11:19)
Ninguém melhor do que o apóstolo Paulo para descrever esta transformação. Por diversas vezes, em suas cartas, ele enfatiza a mudança radical que todos sentem ao serem regenerados ainda em vida.
“...Se alguém está em Cristo, é nova criatura” (II Coríntios 5:17) – “Considerai-vos mortos para o pecado e vivos para Deus”( Romanos 6:11) são exemplos do que ele mesmo sentiu ( e nós também...) quando o coração de Cristo foi transplantado por Ele e se iniciou uma nova vida.
Fomos ressuscitados Nele, já que fomos considerados mortos com Ele, na cruz.( Colossenses 2:11-15)
Este transplante está disponível a todos os que se consideram filhos e filhas de Deus: “ Filho meu, dá-me o teu coração” ( Provérbios 23:26)
A entrevista feita com o paciente e sua família, além de emocionante, nos fez lembrar, em muitos aspectos, o testemunho que estamos habituados a ver e ouvir de pessoas que tiveram um encontro com Jesus Cristo.
“ Eu ressuscitei” – “Agora sou outro homem” – “ passei a viver uma nova vida” foram frases eivadas de sinceridade e emoção, ditas pelo transplantado e confirmadas pelos seus familiares.
Quem já teve o encontro com Cristo sabe que isto é verdade.
Ninguém é mais o mesmo, ao ter seu coração de pedra transformado em coração de carne, conforme a promessa feita por Deus àqueles a quem Ele escolhe.( Ezequiel 11:19)
Ninguém melhor do que o apóstolo Paulo para descrever esta transformação. Por diversas vezes, em suas cartas, ele enfatiza a mudança radical que todos sentem ao serem regenerados ainda em vida.
“...Se alguém está em Cristo, é nova criatura” (II Coríntios 5:17) – “Considerai-vos mortos para o pecado e vivos para Deus”( Romanos 6:11) são exemplos do que ele mesmo sentiu ( e nós também...) quando o coração de Cristo foi transplantado por Ele e se iniciou uma nova vida.
Fomos ressuscitados Nele, já que fomos considerados mortos com Ele, na cruz.( Colossenses 2:11-15)
Este transplante está disponível a todos os que se consideram filhos e filhas de Deus: “ Filho meu, dá-me o teu coração” ( Provérbios 23:26)
terça-feira, 17 de abril de 2012
16-04-2012 G A R A N T I A
Nós, cristãos, sabemos que somos diferentes. Por sermos diferentes, temos por objetivo de vida, fazer diferença. Não só por professarmos uma fé diferente da maioria, mas principalmente por agirmos e reagirmos de uma forma que não é a adotada por esta mesma maioria.
Nós temos o privilégio de termos para todo e qualquer tipo de situação, uma orientação segura e infalível que nos é dada pelas Escrituras Sagradas. Além disso, são elas que nos sustentam na adversidade, nos consolam nas tristezas com palavras de ânimo e de esperança.
Elas são a garantia que nada que possamos usufruir nesta vida, por melhor que seja, pode ser comparado com o que está reservado para os que aguardam a volta do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Para os que não as conhecem ou não crêem nelas, o futuro é um mistério, cheio de dúvidas, incertezas e suposições, que se avolumam a medida que o tempo se escoa e a vida se esvai...
Para nós, cristãos evangélicos, a maior garantia da existência de uma outra vida e vida eterna, é a Ressurreição de Jesus Cristo.
Nós cremos nela com fé racional, porque nos foi relatada por homens dignos, testemunhada por simpatizantes de suas idéias e também pelos próprios adversários.
Um deles, talvez o maior de todos – Paulo de Tarso – milagrosamente transformou-se no maior divulgador da verdade básica do Evangelho: Jesus Cristo ressuscitou! Eu o vi! Ele falou comigo!
( At. 26:1-20)
Como disse um pregador, certa vez, numa comparação feliz, nós já temos em mãos a escritura definitiva da mansão celestial que nos foi reservada, já quitada pelo nosso Advogado e selada pelo Espírito Santo!
Nós temos o privilégio de termos para todo e qualquer tipo de situação, uma orientação segura e infalível que nos é dada pelas Escrituras Sagradas. Além disso, são elas que nos sustentam na adversidade, nos consolam nas tristezas com palavras de ânimo e de esperança.
Elas são a garantia que nada que possamos usufruir nesta vida, por melhor que seja, pode ser comparado com o que está reservado para os que aguardam a volta do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Para os que não as conhecem ou não crêem nelas, o futuro é um mistério, cheio de dúvidas, incertezas e suposições, que se avolumam a medida que o tempo se escoa e a vida se esvai...
Para nós, cristãos evangélicos, a maior garantia da existência de uma outra vida e vida eterna, é a Ressurreição de Jesus Cristo.
Nós cremos nela com fé racional, porque nos foi relatada por homens dignos, testemunhada por simpatizantes de suas idéias e também pelos próprios adversários.
Um deles, talvez o maior de todos – Paulo de Tarso – milagrosamente transformou-se no maior divulgador da verdade básica do Evangelho: Jesus Cristo ressuscitou! Eu o vi! Ele falou comigo!
( At. 26:1-20)
Como disse um pregador, certa vez, numa comparação feliz, nós já temos em mãos a escritura definitiva da mansão celestial que nos foi reservada, já quitada pelo nosso Advogado e selada pelo Espírito Santo!
quarta-feira, 11 de abril de 2012
11-04-2012 HOMENAGEM A IRACEMA MAIA FERREIRA
Homenagem a nossa irmã na Fé, IRACEMA MAIA FERREIRA, com a história de sua vida rica e acolhedora - segue em anexo o resumo dessa historia.
terça-feira, 10 de abril de 2012
segunda-feira, 9 de abril de 2012
09 - 04 - 2012 D U V I D A S
Todos os anos, por estranha coincidência, antes e depois da chamada Semana Santa, aparecem no noticiário algumas especulações sobre a vida e a morte de Jesus Cristo.
Chega a ser cansativo ouvirmos os mesmos “pesquisadores” repetirem suas “descobertas” e especulações sobre detalhes tão insignificantes, relativos Àquele que nasceu, viveu, morreu, ressuscitou e subiu aos céus, prometendo voltar para encontrar os que são seus...
A intenção, velada ou explícita, é sempre a mesma: criar dúvidas sobre o que está escrito nas Escrituras Sagradas, única regra de fé e de prática do verdadeiro cristão.
Elas mesmas registram esta intenção e nos alertam em várias passagens e para não deixar margem para dúvidas e especulações, nos apresentam o relato da vida, paixão e morte de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo feito por pessoas idôneas, dignas de credibilidade, em tempos e lugares distintos, afirmando a mesma coisa: Jesus Cristo Ressuscitou!
Os guardas do sepulcro foram os primeiros a serem coagidos a negar a maravilhosa verdade ( Mateus 28: 11-15)
Alguns discípulos O viram e não O reconheceram. ( Lucas 24:13-35 )
Outro, só admitiu sua Ressurreição quando confrontado e admoestado. ( João 20:24-28)
O importante não é o seu túmulo, nem o seu manto, nem os lugares onde andou, nem a água com que foi batizado, nem a forma do seu rosto. Como disse uma pesquisadora americana esta semana, o importante é a mensagem da Ressurreição. A mensagem que deixou para nós com Tomé, o incrédulo: “Bem aventurados os que não viram e creram” (João 24:29)
quinta-feira, 5 de abril de 2012
P Á S C O A
Neste domingo que comemoramos a Páscoa, nunca é demais lembrar aos que já sabem e dizer para os que não conhecem o real significado desse dia.
Realmente Páscoa é um dia de festa.
O povo judeu, entre outras festas religiosas, comemora a Páscoa aos quatorze dias do primeiro mês do ano judaico, conforme está escrito no livro de Levítico 23: 5.
Eles preparam uma mesa com comidas e bebidas especiais em todas as casas, porque esta é uma festa da família.
Todo um ritual é obedecido, cada iguaria tem um significado, cada cálice tem um sentido.
Nada acontece por acaso.
Quando Jesus de Nazaré entrou triunfalmente em Jerusalém montado num jumentinho ( para cumprir a profecia de Zacarias 9:9) o povo estava se preparando para comemorar a Páscoa judaica na cidade santa.
De todas as partes do mundo conhecido chegavam peregrinos para a festa da Páscoa e a dos pães asmos que a sucede.
É neste clima que Jesus e seus discípulos se reúnem no local que já havia sido reservado e sentam-se à mesa para celebrarem.
Durante a Ceia, o Mestre toma o pão e o reparte com os discípulos, fazendo mais uma vez a analogia entre o pão partido e o seu corpo que iria ser ferido em breve. Toma o cálice da Propiciação com vinho e o compara ao seu sangue, que seria derramado para propiciar a expiação dos pecados de todos os pecadores arrependidos, numa comparação com o sangue do cordeiro, que salvou da morte os primogênitos de Israel no Egito.
Provavelmente nem mesmo seus discípulos entenderam aquele ritual. A expectativa de prisão, julgamento e morte na cruz do amado Mestre não passava pelo pensamento de ninguém, a não ser daquele que viera ao mundo para que todas as profecias se cumprissem.
Logo após a Ceia, Jesus é preso, julgado, condenado e crucificado. Ele morre ladeado por dois malfeitores, pendurado numa cruz de madeira, fora dos limites da cidade, a morte mais infame que poderia existir para aquele povo.
“...Portanto, o que for pendurado no madeiro é maldito de Deus!” ( Deuteronômio 21: 22 e 23 )
Ao nascer do sol, ao iniciar-se o primeiro dia da semana, Ele ressuscita e vence a morte!
O desespero, o desânimo, o medo, tudo desaparece quando Ele se apresenta, fala, come e bebe com seus discípulos.
A festa começa neste momento!
Não mais uma festa lembrando o passado. Uma festa de certeza no futuro!
Uma festa que começou naquele 1.º dia da semana e que nunca mais terá fim! Festa eterna! Festa que se consumará quando Ele voltar para encontrar a sua Igreja, nas chamadas Bodas do Cordeiro, em que viveremos todos com Ele na Eternidade! Ora, vem Senhor Jesus!
( Este texto foi escrito anos atrás e pode ser relembrado sempre)
Realmente Páscoa é um dia de festa.
O povo judeu, entre outras festas religiosas, comemora a Páscoa aos quatorze dias do primeiro mês do ano judaico, conforme está escrito no livro de Levítico 23: 5.
Eles preparam uma mesa com comidas e bebidas especiais em todas as casas, porque esta é uma festa da família.
Todo um ritual é obedecido, cada iguaria tem um significado, cada cálice tem um sentido.
Nada acontece por acaso.
Quando Jesus de Nazaré entrou triunfalmente em Jerusalém montado num jumentinho ( para cumprir a profecia de Zacarias 9:9) o povo estava se preparando para comemorar a Páscoa judaica na cidade santa.
De todas as partes do mundo conhecido chegavam peregrinos para a festa da Páscoa e a dos pães asmos que a sucede.
É neste clima que Jesus e seus discípulos se reúnem no local que já havia sido reservado e sentam-se à mesa para celebrarem.
Durante a Ceia, o Mestre toma o pão e o reparte com os discípulos, fazendo mais uma vez a analogia entre o pão partido e o seu corpo que iria ser ferido em breve. Toma o cálice da Propiciação com vinho e o compara ao seu sangue, que seria derramado para propiciar a expiação dos pecados de todos os pecadores arrependidos, numa comparação com o sangue do cordeiro, que salvou da morte os primogênitos de Israel no Egito.
Provavelmente nem mesmo seus discípulos entenderam aquele ritual. A expectativa de prisão, julgamento e morte na cruz do amado Mestre não passava pelo pensamento de ninguém, a não ser daquele que viera ao mundo para que todas as profecias se cumprissem.
Logo após a Ceia, Jesus é preso, julgado, condenado e crucificado. Ele morre ladeado por dois malfeitores, pendurado numa cruz de madeira, fora dos limites da cidade, a morte mais infame que poderia existir para aquele povo.
“...Portanto, o que for pendurado no madeiro é maldito de Deus!” ( Deuteronômio 21: 22 e 23 )
Ao nascer do sol, ao iniciar-se o primeiro dia da semana, Ele ressuscita e vence a morte!
O desespero, o desânimo, o medo, tudo desaparece quando Ele se apresenta, fala, come e bebe com seus discípulos.
A festa começa neste momento!
Não mais uma festa lembrando o passado. Uma festa de certeza no futuro!
Uma festa que começou naquele 1.º dia da semana e que nunca mais terá fim! Festa eterna! Festa que se consumará quando Ele voltar para encontrar a sua Igreja, nas chamadas Bodas do Cordeiro, em que viveremos todos com Ele na Eternidade! Ora, vem Senhor Jesus!
( Este texto foi escrito anos atrás e pode ser relembrado sempre)
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