Para os que têm, como nós, o privilégio de conviver numa igreja evangélica, um dos momentos mais prazerosos é quando podemos entoar hinos de louvor ao Deus em quem cremos.
O ato de louvar a Deus, entretanto, com o passar dos anos, por se tornar um hábito, pode causar algumas distorções de comportamento.
É muito comum, atendendo à liturgia preparada para o culto de adoração a Deus, abrirmos o hinário e, ao entoarmos o louvor, preocupados com a afinação e o ritmo, não darmos a devida importância ao significado do que estamos cantando.
O refrão de um dos nossos hinos, por exemplo, muito conhecido de todos nós, diz: Crer e observar tudo quanto ordenar; o fiel obedece ao que Cristo mandar.
Apesar de, neste hino, não ser este o sentido do verbo, é preciso observar, ou seja, prestar atenção ao que estamos cantando.
Observar, neste hino, é mais que prestar atenção; significa obedecer.
Obedecer a Cristo é a resultante da potencialização da fé, que em nós foi implantada pelo Espírito Santo.
Ela tem como resultante a ação, pois para isso nos foi concedida. Para a prática de boas obras.
Conseqüência da fé, as boas obras demonstram que de fato, ela deu bom fruto, a saber: Amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio ( Gálatas 5:22)
Crer e observar – ter fé e obedecer. Não só saber o que agrada ao nosso Mestre e Senhor, mas praticar seus ensinamentos, para podermos ser considerados por Ele, não mais servos, mas amigos. ( João 15:14-15)
MOTIVO DA EXISTÊNCIA DO BLOG
O motivo fundamental da existência do meu Blog, é divulgar os textos que meu marido Edno escreve toda semana, tendo como fonte a temática da nossa Igreja.
Que Deus nos abençoe!
terça-feira, 24 de maio de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
09-05-2011 - VACINAS
Com a aproximação do inverno, as autoridades promovem campanhas públicas de vacinação em massa, visando, em especial, atingir o público idoso, mais susceptível ao vírus, que muda de forma e de ação a cada ano.
Vacinas são substâncias preparadas em laboratórios, que têm ação específica sobre determinadas formas de microorganismos que provocam doenças, desde uma simples gripe até as mais letais, como por exemplo, o tétano. Algumas são obrigatórias e são aplicadas desde a mais tenra idade, como a tríplice. Outras são opcionais, como a chamada vacina do idoso, que este mês está sendo aplicada gratuitamente em todo o território nacional.
Não é necessário fazer nada. Apenas deixar-se vacinar.
Quem se deixa vacinar, deve crer que ela produza o efeito de proteger o vacinado, pois ninguém se deixa espetar apenas por prazer...
Fé é a vacina contra o pecado.
Ninguém pode adquiri-la, aplicar em si mesmo, nem mesmo se gloriar de possuí-la. ( Efésios 2:8-9) Ela é colocada em nosso coração pelo Espírito Santo de Deus em quem lhe apraz.( Como toda vacina, provoca reações, algumas imediatas, outras a longo prazo. Algumas, com dose única, definitiva; outras, precisando serem renovadas a cada período...)
Ela, a fé, tem efeitos inexplicáveis para aqueles que não a possuem: Mudança de vida, de comportamento, de relacionamentos.
O efeito que mais torna visível o fato de que ela - como uma vacina - “ pegou”, tem um nome específico: Arrependimento.
Nada mais é obrigatório. Tudo passa a ser expontâneo. Basta apenas, atender a Jesus Cristo, que falou para o pai da menina doente, que morrera: “Não temas, crê somente”. ( Lucas 8:50)
Vacinas são substâncias preparadas em laboratórios, que têm ação específica sobre determinadas formas de microorganismos que provocam doenças, desde uma simples gripe até as mais letais, como por exemplo, o tétano. Algumas são obrigatórias e são aplicadas desde a mais tenra idade, como a tríplice. Outras são opcionais, como a chamada vacina do idoso, que este mês está sendo aplicada gratuitamente em todo o território nacional.
Não é necessário fazer nada. Apenas deixar-se vacinar.
Quem se deixa vacinar, deve crer que ela produza o efeito de proteger o vacinado, pois ninguém se deixa espetar apenas por prazer...
Fé é a vacina contra o pecado.
Ninguém pode adquiri-la, aplicar em si mesmo, nem mesmo se gloriar de possuí-la. ( Efésios 2:8-9) Ela é colocada em nosso coração pelo Espírito Santo de Deus em quem lhe apraz.( Como toda vacina, provoca reações, algumas imediatas, outras a longo prazo. Algumas, com dose única, definitiva; outras, precisando serem renovadas a cada período...)
Ela, a fé, tem efeitos inexplicáveis para aqueles que não a possuem: Mudança de vida, de comportamento, de relacionamentos.
O efeito que mais torna visível o fato de que ela - como uma vacina - “ pegou”, tem um nome específico: Arrependimento.
Nada mais é obrigatório. Tudo passa a ser expontâneo. Basta apenas, atender a Jesus Cristo, que falou para o pai da menina doente, que morrera: “Não temas, crê somente”. ( Lucas 8:50)
02-05-2011 - AMAMENTAR
Ao ser cortado o cordão umbilical, cessa, por ser desnecessária, a ligação fisiológica filho-mãe.
A partir daí, a nutrição do recém nascido depende da sua capacidade de ingerir, por via oral, as substâncias necessárias para o seu desenvolvimento. Por mais que tentem substituí-lo, nada mais eficiente do que o leite materno para suprir as necessidades básicas do ser que começa sua jornada neste mundo.
Campanhas são feitas, todos os anos, lideradas por pessoas famosas, para influenciar as mães a alimentarem seus filhos, pelo menos até os seis primeiros meses de vida. O leite materno tem tudo que uma criança precisa.
A vida moderna mudou os hábitos e costumes da sociedade, forçando cada vez mais cedo as mulheres a se desligarem de seus filhos, para poder conseguir o seu próprio sustento.
(Sociólogos afirmam que esta seria a principal causa do aumento da violência em todo o mundo: carência da proximidade do amor materno.)
O ato de amamentar, com todo o ritual que lhe é inerente, une mais que dois corpos: une duas vidas.
A mulher que é levada pelas circunstâncias a desmamar seu filho muito cedo, carrega ( mesmo que não admita o fato) a frustração de não ter completa a sua função de provedora.
A homenagem que uma mulher anônima prestou à mãe de Jesus Cristo, quando o saudou, foi a demonstração do reconhecimento da influência materna na preservação da vida dAquele que veio ao mundo para cumprir a missão divina de salvar a humanidade: “...Bem aventurada aquela que te concebeu e os seios que te amamentaram...” ( Lucas 11:27b)
A partir daí, a nutrição do recém nascido depende da sua capacidade de ingerir, por via oral, as substâncias necessárias para o seu desenvolvimento. Por mais que tentem substituí-lo, nada mais eficiente do que o leite materno para suprir as necessidades básicas do ser que começa sua jornada neste mundo.
Campanhas são feitas, todos os anos, lideradas por pessoas famosas, para influenciar as mães a alimentarem seus filhos, pelo menos até os seis primeiros meses de vida. O leite materno tem tudo que uma criança precisa.
A vida moderna mudou os hábitos e costumes da sociedade, forçando cada vez mais cedo as mulheres a se desligarem de seus filhos, para poder conseguir o seu próprio sustento.
(Sociólogos afirmam que esta seria a principal causa do aumento da violência em todo o mundo: carência da proximidade do amor materno.)
O ato de amamentar, com todo o ritual que lhe é inerente, une mais que dois corpos: une duas vidas.
A mulher que é levada pelas circunstâncias a desmamar seu filho muito cedo, carrega ( mesmo que não admita o fato) a frustração de não ter completa a sua função de provedora.
A homenagem que uma mulher anônima prestou à mãe de Jesus Cristo, quando o saudou, foi a demonstração do reconhecimento da influência materna na preservação da vida dAquele que veio ao mundo para cumprir a missão divina de salvar a humanidade: “...Bem aventurada aquela que te concebeu e os seios que te amamentaram...” ( Lucas 11:27b)
terça-feira, 26 de abril de 2011
25-04-2011 ACREDITAR
A distância entre acreditar e ter fé pode ser comparada com a que existe entre nosso planeta e a estrela Alfa Centauro: incomensurável.
Não há como colocar, num mesmo recipiente, elementos incompatíveis. Acreditar é aceitar um fato, usando a razão. Ter fé – crer – é ter um sentimento que transcende o limite imposto pela lógica.
Cada vez mais cresce o número de “intelectuais”, em todos os meios de comunicação, à procura de explicações lógicas para fatos que não têm como serem classificados de “naturais”.
Por outro lado, é crescente também o número de “religiosos” que se achando donos da verdade, tentam criar novas “teologias” para explicar velhas perguntas sem resposta...
A capacidade do ser humano de pensar, em muitas ocasiões, pode levá-lo a enveredar por caminhos que não levam a lugar nenhum.
A frase Eu só creio no que vejo, tão repetida ainda nos dias de hoje, tida como demonstração de superioridade intelectual, pode levar uma pessoa a “ ver” o que não existe e “crer” no que alguém induziu seu cérebro a aceitar como verdade... Estão aí os ilusionistas e prestidigitadores para confirmar isso, usando técnicas que ultrapassam a barreira da visão e atingem o cérebro, que passa a aceitar como real, o que não existe...
O escritor da Carta aos Hebreus define fé como a convicção de fatos que se não vêem ( 11:1 b), não de coisas que pensamos ter visto. Paulo fala do tempo em que as coisas reais serão reveladas e, para nossa felicidade, não as veremos mais como em espelho ( I Co. 13:12) – imaginárias que são. É a isso que Jesus se refere quando censura Tomé, por sua incredulidade: “Felizes os que não viram e creram...”( João 20:24-29)
A distância entre acreditar e ter fé pode ser comparada com a que existe entre nosso planeta e a estrela Alfa Centauro: incomensurável.
Não há como colocar, num mesmo recipiente, elementos incompatíveis. Acreditar é aceitar um fato, usando a razão. Ter fé – crer – é ter um sentimento que transcende o limite imposto pela lógica.
Cada vez mais cresce o número de “intelectuais”, em todos os meios de comunicação, à procura de explicações lógicas para fatos que não têm como serem classificados de “naturais”.
Por outro lado, é crescente também o número de “religiosos” que se achando donos da verdade, tentam criar novas “teologias” para explicar velhas perguntas sem resposta...
A capacidade do ser humano de pensar, em muitas ocasiões, pode levá-lo a enveredar por caminhos que não levam a lugar nenhum.
A frase Eu só creio no que vejo, tão repetida ainda nos dias de hoje, tida como demonstração de superioridade intelectual, pode levar uma pessoa a “ ver” o que não existe e “crer” no que alguém induziu seu cérebro a aceitar como verdade... Estão aí os ilusionistas e prestidigitadores para confirmar isso, usando técnicas que ultrapassam a barreira da visão e atingem o cérebro, que passa a aceitar como real, o que não existe...
O escritor da Carta aos Hebreus define fé como a convicção de fatos que se não vêem ( 11:1 b), não de coisas que pensamos ter visto. Paulo fala do tempo em que as coisas reais serão reveladas e, para nossa felicidade, não as veremos mais como em espelho ( I Co. 13:12) – imaginárias que são. É a isso que Jesus se refere quando censura Tomé, por sua incredulidade: “Felizes os que não viram e creram...”( João 20:24-29)
quinta-feira, 14 de abril de 2011
28 / 3 / 2011 ATOS DE MISERICÓRDIA
O valor e significado das palavras tanto pode aumentar como diminuir, dependendo das mais variadas circunstâncias. Misericórdia, é uma dessas palavras que, com o passar do tempo, foi se tornando mais abrangente.
Ela foi incorporando outros sentidos, por ser usada para significar empatia, solidariedade, caridade, compaixão.
Nós, cristãos, já a usamos nos termos Atos de misericórdia ou Exercício da misericórdia, em várias situações que fazem parte do nosso dia a dia, englobando atividades que deveriam ser inerentes a todo ser humano, mas que, por estarem se tornando cada vez mais raras, foram colocadas no chamado “ Ministério da Misericórdia”.
No mundo agitado de hoje, a visitação a idosos, a doentes, a encarcerados, à órfãos e à viúvas passou a fazer parte das atividades deste “Ministério”. Até uma carta ou um telefonema de solidariedade estão supervalorizados, pela sua raridade entre nós...
As Escrituras Sagradas apresentam a Misericórdia Divina com um aspecto que está quase esquecido: Ela é apresentada como Amor, acompanhado de Perdão.
Nos Salmos ela se repete tanto, que num deles - o 136 - é como uma litania, com o refrão: “porque a Sua misericórdia dura para sempre”.
Jesus Cristo, ao iniciar o Sermão Magno, ensina que os que exercem o difícil ato de misericórdia – Perdoar – certamente serão também perdoados.
Não foi sem motivo que Ele, ao ser solicitado por seus discípulos a ensinar-lhes como deveriam orar, incluiu no Modelo de Oração ( que, com simplicidade, chamamos de Pai nosso ) o maior desafio para o cristão:
“ Perdoa as nossas dívidas, assim como nós perdoamos...”
4 / 4 / 2011 PURO E SINCERO
Conta-se que o filósofo e matemático grego Arquimedes, ao descobrir a maneira de poder confirmar a quantidade e pureza do ouro da coroa do rei, sem danificá-la, baseado apenas em cálculos matemáticos, de tanta alegria, saiu pelas ruas, gritando: Eureka! ( Achei!)
A palavra sincero – aquele que fala a verdade - deriva da garantia de qualidade de obras de escultura ( sem cera) que, quando apresentavam defeitos, eram cobertas com cera, para disfarçá-los.
Sinceridade é atributo daqueles que não mentem, nem fingem ser o que não são.
É sobre esses que Jesus Cristo está falando, quando os qualifica de puros de coração, que verão a Deus face a face ( Mateus 5: 8)
Nós todos sabemos que Santificação é um processo contínuo de purificação, que começa pela ação do Espírito Santo de Deus na mente do ser humano, convencendo-o do pecado, da justiça e do juízo.( João 16:8))
Reconhecendo seu pecado e arrependendo-se sinceramente dele, inicia-se o processo de purificação do pecador que, passando pela justificação, mediante o sacrifício único e suficiente de Jesus Cristo na cruz do Calvário, só termina com a glorificação em Cristo, na Eternidade.
Assim como o ouro, que para ser separado de impurezas precisa passar pelo fogo, em altas temperaturas, o pecador para ser purificado, passa por provações, permitidas para aqueles a quem Deus escolheu, que levam à Santificação, sem a qual, ninguém pode ver a Deus ( Hebreus 12:14)
Esta, pois, é a oração do salmista, que anseia pela presença de Deus, que abre seu coração para ser sondado ( Salmo 139:23-24 ) e suplica: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro...” ( Salmo 51:10 a)
11 / 4 / 2011 PROMOTORES DE PAZ
Uma idéia equivocada, que a maioria das pessoas têm, é sobre o exercício da função de Promotor de Justiça. Ele é tido apenas como acusador daqueles que cometem crimes contra a sociedade, quando, na realidade, ele é o representante de uma das partes interessadas na promoção da Justiça, no caso, a sociedade como um todo.
Nós, cristãos, somos ( ou deveríamos ser ) promotores de paz.
Não apenas pacifistas, mas pacificadores.
Não apenas com palavras, como diz o apóstolo Tiago, mas com atos de paz. ( Tg. 1:19-27)
Nosso Mestre e Senhor nos ensinou que para sermos considerados filhos de Deus, é necessário que sejamos pacificadores ( Mateus 5:9)
Exemplos de pacificadores que a História nos mostra, dignos de serem mencionados: Um, estrangeiro, merecedor de honras internacionais, que resistia a todas as injustiças com atitudes pacificadoras – Ghandi.
Outro, um brasileiro de nome Candido Mariano da Silva Rondon, militar que não usava armas para promover a paz entre os nativos deste país e os que, se dizendo donos das terras, as invadiam armados, a pretexto de “civilizá-los”... Seu lema: “ Morrer, se preciso for. Matar, nunca!”
Quem mais se aproximou dos ensinamentos de Cristo foi, paradoxalmente, um dos maiores perseguidores dos cristãos de sua época, o apóstolo Paulo. São dele as instruções básicas de Ética para Promotores de Paz, que constam no nosso Manual de Fé e de prática, a Bíblia Sagrada:
“ Se possível, no que depender de vós, tende paz com todos os homens”. “ Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem.”
( Romanos 12: 1- 21)
O valor e significado das palavras tanto pode aumentar como diminuir, dependendo das mais variadas circunstâncias. Misericórdia, é uma dessas palavras que, com o passar do tempo, foi se tornando mais abrangente.
Ela foi incorporando outros sentidos, por ser usada para significar empatia, solidariedade, caridade, compaixão.
Nós, cristãos, já a usamos nos termos Atos de misericórdia ou Exercício da misericórdia, em várias situações que fazem parte do nosso dia a dia, englobando atividades que deveriam ser inerentes a todo ser humano, mas que, por estarem se tornando cada vez mais raras, foram colocadas no chamado “ Ministério da Misericórdia”.
No mundo agitado de hoje, a visitação a idosos, a doentes, a encarcerados, à órfãos e à viúvas passou a fazer parte das atividades deste “Ministério”. Até uma carta ou um telefonema de solidariedade estão supervalorizados, pela sua raridade entre nós...
As Escrituras Sagradas apresentam a Misericórdia Divina com um aspecto que está quase esquecido: Ela é apresentada como Amor, acompanhado de Perdão.
Nos Salmos ela se repete tanto, que num deles - o 136 - é como uma litania, com o refrão: “porque a Sua misericórdia dura para sempre”.
Jesus Cristo, ao iniciar o Sermão Magno, ensina que os que exercem o difícil ato de misericórdia – Perdoar – certamente serão também perdoados.
Não foi sem motivo que Ele, ao ser solicitado por seus discípulos a ensinar-lhes como deveriam orar, incluiu no Modelo de Oração ( que, com simplicidade, chamamos de Pai nosso ) o maior desafio para o cristão:
“ Perdoa as nossas dívidas, assim como nós perdoamos...”
4 / 4 / 2011 PURO E SINCERO
Conta-se que o filósofo e matemático grego Arquimedes, ao descobrir a maneira de poder confirmar a quantidade e pureza do ouro da coroa do rei, sem danificá-la, baseado apenas em cálculos matemáticos, de tanta alegria, saiu pelas ruas, gritando: Eureka! ( Achei!)
A palavra sincero – aquele que fala a verdade - deriva da garantia de qualidade de obras de escultura ( sem cera) que, quando apresentavam defeitos, eram cobertas com cera, para disfarçá-los.
Sinceridade é atributo daqueles que não mentem, nem fingem ser o que não são.
É sobre esses que Jesus Cristo está falando, quando os qualifica de puros de coração, que verão a Deus face a face ( Mateus 5: 8)
Nós todos sabemos que Santificação é um processo contínuo de purificação, que começa pela ação do Espírito Santo de Deus na mente do ser humano, convencendo-o do pecado, da justiça e do juízo.( João 16:8))
Reconhecendo seu pecado e arrependendo-se sinceramente dele, inicia-se o processo de purificação do pecador que, passando pela justificação, mediante o sacrifício único e suficiente de Jesus Cristo na cruz do Calvário, só termina com a glorificação em Cristo, na Eternidade.
Assim como o ouro, que para ser separado de impurezas precisa passar pelo fogo, em altas temperaturas, o pecador para ser purificado, passa por provações, permitidas para aqueles a quem Deus escolheu, que levam à Santificação, sem a qual, ninguém pode ver a Deus ( Hebreus 12:14)
Esta, pois, é a oração do salmista, que anseia pela presença de Deus, que abre seu coração para ser sondado ( Salmo 139:23-24 ) e suplica: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro...” ( Salmo 51:10 a)
11 / 4 / 2011 PROMOTORES DE PAZ
Uma idéia equivocada, que a maioria das pessoas têm, é sobre o exercício da função de Promotor de Justiça. Ele é tido apenas como acusador daqueles que cometem crimes contra a sociedade, quando, na realidade, ele é o representante de uma das partes interessadas na promoção da Justiça, no caso, a sociedade como um todo.
Nós, cristãos, somos ( ou deveríamos ser ) promotores de paz.
Não apenas pacifistas, mas pacificadores.
Não apenas com palavras, como diz o apóstolo Tiago, mas com atos de paz. ( Tg. 1:19-27)
Nosso Mestre e Senhor nos ensinou que para sermos considerados filhos de Deus, é necessário que sejamos pacificadores ( Mateus 5:9)
Exemplos de pacificadores que a História nos mostra, dignos de serem mencionados: Um, estrangeiro, merecedor de honras internacionais, que resistia a todas as injustiças com atitudes pacificadoras – Ghandi.
Outro, um brasileiro de nome Candido Mariano da Silva Rondon, militar que não usava armas para promover a paz entre os nativos deste país e os que, se dizendo donos das terras, as invadiam armados, a pretexto de “civilizá-los”... Seu lema: “ Morrer, se preciso for. Matar, nunca!”
Quem mais se aproximou dos ensinamentos de Cristo foi, paradoxalmente, um dos maiores perseguidores dos cristãos de sua época, o apóstolo Paulo. São dele as instruções básicas de Ética para Promotores de Paz, que constam no nosso Manual de Fé e de prática, a Bíblia Sagrada:
“ Se possível, no que depender de vós, tende paz com todos os homens”. “ Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem.”
( Romanos 12: 1- 21)
quinta-feira, 31 de março de 2011
CREDIBILIDADE
21 / 2 / 2011
Na última pesquisa de opinião feita no Brasil por especialistas da área de informação, as duas classes que apresentaram maior índice de credibilidade foram as Forças Armadas e a Igreja.
Uma das mais desacreditadas foi a classe política, em geral, e os partidos políticos, especificamente.
Nem é preciso explicar as razões do descrédito que a classe política em nosso país é merecedora. Os fatos são, infelizmente, quase que diários.
A grande vilã dessa situação é a mentira.
Ela é conseqüência de um desvio de caráter, que pela sua repetição e até por existirem pessoas influentes que fazem dela sua arma, tem se tornado um hábito e quase não é mais combatida...
Jesus Cristo deu a seus discípulos a missão principal de divulgar as Boas Novas de Salvação – O Evangelho – a toda criatura.
Nós somos seus herdeiros e sucessores, com direitos e deveres.
A responsabilidade que temos é muito maior que qualquer outra pessoa possa ter, por tratar-se de questão de vida ou morte – morte eterna ou vida eterna. Se nossa vida não é compatível com o que apregoamos, é vão o nosso discurso, por mais eloqüentes que possamos ser.
Como falar do Amor de Deus pelas criaturas, se somos indiferentes a elas e às suas carências?
Como dizer que Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida, se nosso caminho é tortuoso, proferimos mentiras, nossa vida é uma farsa?
Como irão acreditar no que dizemos, se não vivemos o que pregamos?
Como dizia um apresentador, num antigo programa de televisão:
“ A palavra é: EXEMPLO!”
Na última pesquisa de opinião feita no Brasil por especialistas da área de informação, as duas classes que apresentaram maior índice de credibilidade foram as Forças Armadas e a Igreja.
Uma das mais desacreditadas foi a classe política, em geral, e os partidos políticos, especificamente.
Nem é preciso explicar as razões do descrédito que a classe política em nosso país é merecedora. Os fatos são, infelizmente, quase que diários.
A grande vilã dessa situação é a mentira.
Ela é conseqüência de um desvio de caráter, que pela sua repetição e até por existirem pessoas influentes que fazem dela sua arma, tem se tornado um hábito e quase não é mais combatida...
Jesus Cristo deu a seus discípulos a missão principal de divulgar as Boas Novas de Salvação – O Evangelho – a toda criatura.
Nós somos seus herdeiros e sucessores, com direitos e deveres.
A responsabilidade que temos é muito maior que qualquer outra pessoa possa ter, por tratar-se de questão de vida ou morte – morte eterna ou vida eterna. Se nossa vida não é compatível com o que apregoamos, é vão o nosso discurso, por mais eloqüentes que possamos ser.
Como falar do Amor de Deus pelas criaturas, se somos indiferentes a elas e às suas carências?
Como dizer que Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida, se nosso caminho é tortuoso, proferimos mentiras, nossa vida é uma farsa?
Como irão acreditar no que dizemos, se não vivemos o que pregamos?
Como dizia um apresentador, num antigo programa de televisão:
“ A palavra é: EXEMPLO!”
IMPOSTOS
14 / 02 / 2011
Desde o tempo do Brasil colônia que o povo brasileiro tem cultivado uma postura de resistência a pagamento de impostos e tributos.
Talvez a maior demonstração desta resistência tenha sido o episódio chamado pelos historiadores de Inconfidência Mineira, de triste memória...
Realmente, ninguém fica feliz em pagar imposto ou tributo, mesmo que imagine que ele possa ser bem aplicado, em benefício da coletividade....
O que não é possível negar, todavia, é que sonegar imposto é uma forma de apropriação indébita, ou dizendo claramente, furto.
A intenção de colocar Jesus Cristo num dilema estava clara na pergunta que lhe foi feita: “É licito pagar tributo a César?”( Mateus 22:17)
Para o judeu, concordar era admitir o senhorio do imperador romano; negar o pagamento, era descumprir a lei e ser passível de punição.
“Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus” ( Mateus 22:21) a sábia ordem do Mestre dos mestres, continuou a não ser respeitada até os dias de hoje. Sonegar impostos, na nossa cultura, ainda é uma forma de demonstrar “esperteza”, de “levar vantagem em tudo...”
Ninguém se envergonha de sugerir desconto ao comerciante, se dispensar a nota fiscal. Ninguém demonstra constrangimento em comprar artigos contrabandeados ( às vezes, até roubados) na convicção de estar fazendo um “ negócio da china...” Desvalorizar seu imóvel na declaração do I. Renda ou numa escritura de compra e venda é um hábito tão comum, que para muitos, deixou até de ser crime, quanto mais pecado...
Sonegar imposto é crime; e sonegar o dízimo, o que é? ( Ml. 3:8)
Dízimo não é pagamento. Dízimo é devolução do que não nos pertence a quem nos dá tudo.
Desde o tempo do Brasil colônia que o povo brasileiro tem cultivado uma postura de resistência a pagamento de impostos e tributos.
Talvez a maior demonstração desta resistência tenha sido o episódio chamado pelos historiadores de Inconfidência Mineira, de triste memória...
Realmente, ninguém fica feliz em pagar imposto ou tributo, mesmo que imagine que ele possa ser bem aplicado, em benefício da coletividade....
O que não é possível negar, todavia, é que sonegar imposto é uma forma de apropriação indébita, ou dizendo claramente, furto.
A intenção de colocar Jesus Cristo num dilema estava clara na pergunta que lhe foi feita: “É licito pagar tributo a César?”( Mateus 22:17)
Para o judeu, concordar era admitir o senhorio do imperador romano; negar o pagamento, era descumprir a lei e ser passível de punição.
“Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus” ( Mateus 22:21) a sábia ordem do Mestre dos mestres, continuou a não ser respeitada até os dias de hoje. Sonegar impostos, na nossa cultura, ainda é uma forma de demonstrar “esperteza”, de “levar vantagem em tudo...”
Ninguém se envergonha de sugerir desconto ao comerciante, se dispensar a nota fiscal. Ninguém demonstra constrangimento em comprar artigos contrabandeados ( às vezes, até roubados) na convicção de estar fazendo um “ negócio da china...” Desvalorizar seu imóvel na declaração do I. Renda ou numa escritura de compra e venda é um hábito tão comum, que para muitos, deixou até de ser crime, quanto mais pecado...
Sonegar imposto é crime; e sonegar o dízimo, o que é? ( Ml. 3:8)
Dízimo não é pagamento. Dízimo é devolução do que não nos pertence a quem nos dá tudo.
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