MOTIVO DA EXISTÊNCIA DO BLOG

O motivo fundamental da existência do meu Blog, é divulgar os textos que meu marido Edno escreve toda semana, tendo como fonte a temática da nossa Igreja.

Que Deus nos abençoe!

terça-feira, 8 de julho de 2014

07-07-2014 B A T I S M O



           Uma das poucas divergências entre os cristãos evangélicos é a interpretação quanto à ministração do batismo.
            O significado maior do batismo é tão mais importante, que o detalhe aspersão ou imersão deixa de ter relevância.
            Nós consideramos o batismo como um sinal visível de um fato invisível. É apenas uma demonstração pública de que uma criatura foi incluída na relação dos adotados em Cristo pelo Criador e passa a fazer parte da tão sonhada família de Deus.
            Nós somos batizados publicamente com água, mas quem realmente batiza é o Espírito Santo ( com fogo) e isso não é visível.
            Sinais exteriores, tais como falar em outras línguas, ou profetizar, por exemplo, são dons que o Espírito Santo usava e continua usando, não para confirmar Sua atuação, mas para manifestar a Glória de Deus.   
            Batismo não salva ninguém. Ninguém é salvo porque foi batizado. Salvação independe de atos humanos.
Somos salvos pela Graça, mediante a fé e isso não depende de nós, nem de boas obras, para que ninguém se glorie ( Efésios 2:8-9)
            Não consta que Zaqueu, o publicano, nem o ladrão crucificado ao lado de Jesus Cristo tenham sido batizados para serem salvos, mas Cristo afirmou que eles haviam sido atingidos pela misericórdia de Deus.
            Como seres humanos que somos, nós temos a tendência de complicar as coisas simples que Deus instituiu, para que nós nos aproximássemos mais Dele, enquanto aguardamos a volta de Cristo.

Batismo e Santa Ceia, ou Eucaristia, são os Sacramentos que aceitamos como meios de Graça, por constarem nas Escrituras Sagradas.

segunda-feira, 30 de junho de 2014





             Entre as datas festivas cristãs, uma que tem sido pouco lembrada ou mesmo esquecida, certamente é o Dia de Pentecostes.
            Herdado da festividade judaica realizada cinqüenta dias após a Páscoa ( daí o seu nome) ele comemorava o início da colheita e entrega a Deus das primícias do que havia sido ceifado.
            Para os cristãos, Pentecostes marca o Dia da Descida do Espírito Santo, em caráter definitivo, para habitar conosco e em cada um de nós.
            Foi o cumprimento da promessa feita por Jesus Cristo a seus discípulos ( João 14: 16-17) e cumprimento da profecia de Joel ( Joel 2:28)
            Nós consideramos, com muita razão, ser o início da verdadeira e real Nova Era, a Era do Espírito Santo, que se estenderá até o Grande Dia da Volta de Nosso Senhor Jesus Cristo, para estabelecer, aí sim, em definitivo, Seu Reino Eterno.
            Entre as atribuições que o Espírito Santo tem, uma delas é de ser o responsável por nós, até a volta de Cristo Jesus, em Poder e Glória.
            Para melhor compreensão desta atribuição, podemos compará-la com a do fiel depositário, que é alguém, designado por um juiz, para tomar conta de um bem valioso, que ainda não foi entregue a seu verdadeiro dono, por estar em litígio.
            Nós somos propriedade exclusiva de Deus. ( I Pedro 2:9) Como tais, somos preciosos para Ele, apesar de todos os nossos  pecados e defeitos.
            Esta é a certeza que temos, sentindo a presença do Espírito Santo em nós, nos alertando contra os perigos malignos, nos “dirigindo a pastos verdejantes e águas tranqüilas”, mas também e principalmente, nos corrigindo, quando nos desviamos do caminho certo, rumo à Eternidade. 

segunda-feira, 23 de junho de 2014




             As duas virtudes que completam a relação paulina têm a ver com o comportamento do cristão, face aos desafios que o mundo lhe apresenta.
            Mansidão e domínio próprio se interligam, quando somos desafiados a reagir às provocações do inimigo de nossas almas. Vez por outra acintosamente, mas, na maioria das vezes, de forma sutil e “inocente”.
            O apóstolo Pedro nos adverte para como devemos agir quando as perseguições dos que não aceitam Cristo nos atingirem ( I Pe. 3: 16-23), mas o mais difícil é conviver com as diferenças que existem entre nós mesmos...
            O convite que Jesus Cristo faz a todos nós adiciona à mansidão uma nova virtude, que quase não é lembrada: humildade.( Mateus 11: 29)
            Saber receber um não é um enorme desafio. 
Alguém já disse: “Quer saber quem realmente é uma pessoa? Contrarie suas idéias...”
            Paulo sintetiza sua dificuldade em dominar sua própria personalidade confessando: “porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço.” (Romanos 7:19)
            Sobre o procedimento do cristão com relação a “ coisinhas inocentes” que “não têm nada demais que o cristão também faça”, “ todo mundo faz...”, ele orienta: “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convém” e arremata: “ todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas”( I Coríntios 6:12)
É o Espírito Santo que nos dá o discernimento para manter o equilíbrio emocional, quando somos provocados e tentados  a reagir como todos fazem. Jesus Cristo, prevendo isso, orou ao Pai, por nós: Não peço que os tires do mundo, mas que os guardes do mal” ( João 17:15)     

23-06-2014 A Ç Ã O DO E S P I R I T O (IV)


             As duas virtudes que completam a relação paulina têm a ver com o comportamento do cristão, face aos desafios que o mundo lhe apresenta.
            Mansidão e domínio próprio se interligam, quando somos desafiados a reagir às provocações do inimigo de nossas almas. Vez por outra acintosamente, mas, na maioria das vezes, de forma sutil e “inocente”.
            O apóstolo Pedro nos adverte para como devemos agir quando as perseguições dos que não aceitam Cristo nos atingirem ( I Pe. 3: 16-23), mas o mais difícil é conviver com as diferenças que existem entre nós mesmos...
            O convite que Jesus Cristo faz a todos nós adiciona à mansidão uma nova virtude, que quase não é lembrada: humildade.( Mateus 11: 29)
            Saber receber um não é um enorme desafio. 
Alguém já disse: “Quer saber quem realmente é uma pessoa? Contrarie suas idéias...”
            Paulo sintetiza sua dificuldade em dominar sua própria personalidade confessando: “porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço.” (Romanos 7:19)
            Sobre o procedimento do cristão com relação a “ coisinhas inocentes” que “não têm nada demais que o cristão também faça”, “ todo mundo faz...”, ele orienta: “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas convém” e arremata: “ todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas”( I Coríntios 6:12)
É o Espírito Santo que nos dá o discernimento para manter o equilíbrio emocional, quando somos provocados e tentados  a reagir como todos fazem. Jesus Cristo, prevendo isso, orou ao Pai, por nós: “ Não peço que os tires do mundo, mas que os guardes do mal” ( João 17:15)     

segunda-feira, 16 de junho de 2014

16-06-2014 A A Ç Ã O D O E S P I R I T O (III)





As duas virtudes seguintes que Paulo enunciou na relação da sua carta aos gálatas – bondade e fidelidade – não são exclusivas dos que são chamados cristãos. Realmente, podemos afirmar sem medo de errar, que existem muitas pessoas que, embora não sejam cristãs, são bondosas e fiéis.
            A recíproca, porém, não corresponde à realidade. Quem não é bom e fiel, pode ser tudo, menos cristão.
            Bondade, fidelidade, paciência, brandura, são virtudes encontradas em muitas pessoas, mas que, no cristão, são inseparáveis.
            É o Espírito Santo quem as realça, como que lapidando a personalidade de cada um como se fosse uma pedra bruta, mas preciosa e fazendo-a ainda mais valiosa.
            Ser bom é fácil, mas ser fiel é um enorme desafio.
            Fidelidade pode ser vista por vários ângulos, todos desafiadores.
            Um deles, atualmente, é até ridicularizado pela famigerada “ lei da vantagem”, que procura desvalorizar o sinônimo de fidelidade: honestidade.
            Ser honesto deixou de ser obrigação e passou a ser alvo de elogios e constar de currículo de candidatos a cargos eletivos...
            Ninguém se atreve a chamar de desonesto quem, por exemplo, sonegando impostos, compra ou vende mercadorias contrabandeadas ou falsificadas, por serem mais baratas que as verdadeiras.
            Ninguém declara o real valor de um imóvel para efeito de pagar imposto. Quem é capaz de, à semelhança de Zaqueu, o cobrador de impostos, depois de ter seu encontro com Jesus, devolver tudo que não lhe pertence?  
            Quem vai poder ouvir de Jesus: “ ...Servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei... ( Mateus 25:21 ) ?

quarta-feira, 11 de junho de 2014

NO DIA 01-06-2014, completamos 53 anos de casados pela misericórdia do Senhor. Obrigada por tudo meu Pai. Fômos para Terê no dia 31-05 de taxi, foi um tempo difícil mas de algum proveito.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

09-06-2014 A Ç Ã O DO E S P I R I T O S A N T O (ii)






           A temática da nossa Igreja, para a melhor compreensão dos que a estudam, dividiu o assunto em quatro semanas, mas todos sabemos que se trata de um só tema.
            Depois das três primeiras conseqüências da ação do Espírito Santo nos Seus escolhidos, as duas seguintes, enunciadas por Paulo na sua carta aos Gálatas – longanimidade e benignidade – são intimamente ligadas às duas seguintes, porque se referem a atributos de caráter que um cristão não pode deixar de apresentar aos que o cercam ( e o vigiam, certamente...)
            Paciência e brandura, seus sinônimos respectivos, são qualidades pessoais que muitos até possuem, mas que diferencia o cristão dos demais.
            É muito comum se ouvir alguém comentar quando um servo de Jesus Cristo revela sua fé: “ Ah! Então, é por isso!... Eu sabia que havia alguma coisa diferente...!”
            A paciência pode ser exercitada e pode ser testada. São as provações, as quais todos nós somos submetidos, que a estimula a crescer e é alimentada pela fé que, sabemos, é um dom do Espírito Santo que habita em nós.
            Saber esperar é característica essencial dos que crêem.
            O salmista nos estimula a esperar com paciência no Senhor ( Sl.40:1)
            Nós nos firmamos na certeza de que nada acontece sem a permissão do nosso Deus e Nele esperamos, porque Nele confiamos.
            Benignidade, ou brandura, ou suavidade de temperamento, transparece num gesto, num olhar, no tom de voz com que o cristão se dirige a seu semelhante, independendo de quem seja ele...
            Cristão que fala áspero ou com arrogância, seja com quem for, ainda está aguardando a chegada do Espírito Santo em seu coração.