MOTIVO DA EXISTÊNCIA DO BLOG

O motivo fundamental da existência do meu Blog, é divulgar os textos que meu marido Edno escreve toda semana, tendo como fonte a temática da nossa Igreja.

Que Deus nos abençoe!

segunda-feira, 21 de abril de 2014

21-04-2014 P R O F E C I A S


          Ainda nos dias de hoje, alguns procuram adivinhar o que está para acontecer, usando argumentos e teorias, umas até com alguma lógica, outras beirando a linha do ridículo.
            Não estão muito distantes, na nossa memória, as “profetadas” que foram publicadas antes da virada do milênio. ( Muito barulho antes, depois, silêncio...)
            Nós, cristãos, que temos por Única Regra de Fé e de Prática as Escrituras Sagradas, cremos piamente nas profecias que elas contêm.
            Cremos que todas as profecias que deveriam ser reveladas já foram escritas. Cremos que nada mais pode ser acrescentado ao que já nos foi revelado pelo Espírito Santo, através de seus escolhidos.
            Já temos tido confirmação de muitas delas e aguardamos, pela fé, o cumprimento de todas as que constam na Bíblia Sagrada, que no tempo de Deus, se cumprirão.
            Das muitas que já se cumpriram, a mais importante de todas, sem sombra de dúvida, foi a da chegada do Salvador da Humanidade, Jesus, o Cristo, o Filho de Deus, em quem cremos e confiamos.
            Tudo o que foi dito sobre Sua vinda já se confirmou, desde Seu nascimento maravilhoso até Sua morte, previstos mais de 500 anos antes de acontecer, com detalhes impressionantes.
            O Reino  do Messias, que os profetas anunciaram, já foi implantado por Ele e está em curso. O Rei já declarou o fato e nós, seus súditos, procuramos nos manter vigilantes até a Sua volta.
           Ela foi anunciada antes mesmo da Sua chegada e depois prometida por Ele mesmo, aos que crêem na Sua Palavra.   Ele nos prometeu.   Ele cumpre

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Crônica do Edno, pela Páscoa. V I TÓ R I A


2 / 04 / 2012                           VITÓRIA

            Nos dias que antecedem o Domingo da Ressurreição, é comum os cristãos relembrarem os sofrimentos e a morte do Senhor Jesus das mais diferentes maneiras. Os católicos romanos chegam a encenar, entre outros atos, a procissão do Cristo morto, com luto e até lágrimas sinceras diante de uma figura de escultura, que carregam pelas ruas, respeitosamente.

            Os cristãos evangélicos aproveitam estes dias para se reunirem em seus templos, para rememorar as circunstâncias que antecederam a morte do Cordeiro de Deus no Seu sacrifício vicário, sempre tirando ensinamentos da Palavra de Deus alusivos ao fato.

Um deles é o anúncio que Jesus fazia da Sua morte e Ressurreição, que nem mesmo seus discípulos mais chegados entendiam...Por diversas vezes o Mestre se comparou à semente, cuja morte se faz necessária para que germine e dê fruto. Ninguém entendia a comparação...

            Pão e vinho – dois dos elementos utilizados pelos judeus na celebração da Páscoa judaica - foram  utilizados pelo Senhor Jesus na instituição da Páscoa cristã, para tipificar Seu corpo e Seu sangue, que lembrariam o Cordeiro da Pessah no Egito.

            ( Uma Nova Aliança de Deus com seus escolhidos estava sendo proposta e os discípulos de Cristo não tinham noção da dimensão dela...)

            Impactados com Sua prisão, condenação e morte infame na cruz do Calvário, eles não se apropriaram da Primeira vitória que estava acontecendo, sobre o Pecado, a qual antecedeu à Vitória Final, anunciada e repetida várias vezes pelo Mestre: A vitória sobre a Morte, no primeiro dia da semana!

            O domingo ( Dia do Senhor) é de Páscoa ( = Passagem, da morte para a Vida Eterna ) porque é o Dia da Ressurreição! Vitória! Aleluia! 

segunda-feira, 14 de abril de 2014

14-04-23014 P R O F E T A S


A idéia mais comum que temos de profeta é a de alguém que adivinha ou tenta adivinhar o futuro. É uma idéia muito simplista.

            Profeta, num sentido mais amplo, é alguém que, inspirado pelo Espírito Santo de Deus, exerce uma função ou tarefa para a qual foi escolhido e principalmente, capacitado por Ele.

            Nesta perspectiva, as Escrituras Sagradas apresentam em todos os seus livros, um ou mais profetas, começando pelos que os escreveram.

            O Antigo Testamento nos mostra um número considerável de livros com nomes de profetas, que apenas para efeito didático, são nomeados como Profetas Maiores e Profetas Menores.

Todos exerceram seus ministérios de igual forma e desempenho. Uns

anunciando a vinda do Messias, como Isaías, outros exortando o povo ao arrependimento, como Jeremias, mas todos glorificando o nome do Senhor.

            Samuel foi sacerdote e profeta. Davi, profeta e rei.      Jesus Cristo é o único a exercer os três ofícios: Profeta, Sacerdote e Rei.

No Novo Testamento, o último profeta antes de Jesus Cristo, foi João Batista. A partir de Jesus Cristo, todos nós somos profetas e sacerdotes.

            Nós, cristãos verdadeiros, nos consideramos profetas, por exercermos o dom que nos é dado pelo Espírito Santo ao sermos convertidos por Ele.

            Quem diz estar convertido e não glorifica a Deus, por palavras e atitudes, não é Dele. Por outro lado, ninguém pode proclamar o Evangelho sem estar capacitado pelo Espírito de Deus.

            Somos sacerdotes, em Cristo, porque nos foi dada pelo Espírito Santo, condição de intercedermos uns pelos outros, sempre em nome de Jesus.

            Seremos reis, com Ele, na Sua volta. Ele nos prometeu. Ele cumpre.

segunda-feira, 7 de abril de 2014


             Entre as muitas histórias que a Bíblia conta, nenhuma é mais instigante do que a contada no Livro de Jó.
            Considerado como o mais antigo livro da Bíblia, ele narra a história de um homem que, tendo perdido tudo, só lhe sobraram a mulher ( que mulher!...) e três amigos ( que amigos!...) Os diálogos entre eles são ricos de detalhes e pensamentos filosóficos, mas o que mais instiga o leitor é saber qual o motivo de tanta perda, o que eles não sabiam, nem imaginavam.
            Para a maioria das pessoas, Jó ficou sendo conhecido como o símbolo da paciência. Na verdade, a maior qualidade de Jó ( e a Bíblia confirma em várias oportunidades esse fato) era a sua submissão à vontade de Deus.
            Nem mesmo a perplexidade de Jó diante de tanta desgraça o faz se rebelar contra o seu Criador. Ele dialoga com Deus, querendo saber, apenas, o que havia feito de errado para sofrer tanto e poder se justificar. Para ele, como ainda hoje acontece, existe um fenômeno causa – efeito, que dá idéia de que tudo de bom é bênção de Deus e tudo de mal é castigo de Deus. Isto não é verdade e a história de Jó nos ensina esta lição.
            Ainda hoje é comum nós, cristãos, sermos questionados por quem contesta a soberania de Deus com perguntas capciosas como: “ Que Deus é este que permite que você sofra tanto?”  “Se Deus é justo, por que tanta injustiça e impunidade?”
            Para nós, os submissos à vontade inquestionável de Deus pela fé, o Seu Espírito nos dá a resposta, através da Sua Palavra:
            O Deus que permite que eu sofra, é o mesmo que enviou ao mundo Seu único filho - Jesus Cristo - e permitiu que Ele morresse injustamente, para que todo aquele que Nele crê, viva com Ele eternamente! ( João 3:16)

segunda-feira, 31 de março de 2014

31-03-2014 UMA HISTORIA DE A M O R





           A Bíblia Sagrada não é somente uma coletânea de livros. Ela é a única regra de fé e de prática para os verdadeiros cristãos.
            Entre seus 66 livros existem alguns históricos e outros de história.
            É o caso do Livro de Ester e do Livro de Rute, que contam histórias de mulheres que tiveram influência na vida do povo de Israel, não por serem guerreiras, muito pelo contrário.
            O Livro de Ester narra como uma mulher pôde salvar um povo do extermínio, usando seus atributos femininos com Assuero, o rei persa que dominava o mundo da sua época.
            É uma linda história de amor.
            O Livro de Rute também é uma história de amor, com mais personagens e outras conseqüências.
            Narra, essencialmente, o amor de uma mulher viúva por sua sogra, já idosa, o qual lhe dá a oportunidade de fazer a declaração de amor mais incondicional que se conhece, que ainda hoje é repetida em muitas cerimônias de casamento ( Rute 1:16-17)
            As duas histórias, entretanto, têm um ponto em comum, que muitas vezes passa despercebido ao leitor.
            É a ação do Espírito Santo de Deus na História de Povo de Israel, mudando circunstâncias, criando situações, removendo obstáculos, resolvendo problemas insolúveis a nossos olhos.
            Do amor de Rute por Noemi e depois, de Boaz por Rute, por exemplo, foi criada a condição do nascimento de Obede, pai de Jessé,  que foi a raiz da geração do rei Davi, ancestral de Nosso Senhor Jesus Cristo.
            O Espírito Santo, ainda hoje, muda vidas. Ele pode mudar a sua.

segunda-feira, 24 de março de 2014


24-03-2014 R E I S


            Quem já assistiu alguma cerimônia de coroação de rei ou rainha, deve estar lembrado de quem coloca na cabeça do monarca a coroa, que simboliza o poder que lhe é conferido.
            Normalmente, é o principal sacerdote religioso do país quem tem esta honra e privilégio. A pergunta é: Por quê?
            Desde os tempos bíblicos é assim que os reis são investidos de poder. Algumas exceções podem ser lembradas, como a de Napoleão Bonaparte, que, desprezando a autoridade papal, coroou-se imperador da França.
            Como começou esta demonstração de submissão dos reis a autoridade eclesiástica pode ser explicada lendo a narrativa bíblica que consta no Livro de Samuel.
            O povo judeu, que tinha juízes para os dirigir, querendo imitar os outros povos vizinhos, que tinham reis, pediu a Samuel, o sacerdote, que escolhesse alguém para ser ungido rei. Apenas por pura e ingênua inveja...
            Não adiantaram os argumentos que Samuel apresentou, nem os avisos que ele fez sobre a relação custo / benefício e mais, as conseqüências com que, certamente, o povo deveria arcar daí em diante... Queriam porque queriam... É só acompanhar o relato bíblico e aprender as lições que as Escrituras Sagradas ensinam...

             A mais importante delas é: Quem escolhia e capacitava os reis de Israel era o Espírito Santo de Deus.             Enquanto o escolhido obedecia, era mantido. Quando não, perdia o poder.
Essa é a explicação da angústia do rei Davi, que tendo pecado contra o Espírito Santo, clamava arrependido: “ Não retires de mim o Teu Espírito” (Salmo 51:11)