MOTIVO DA EXISTÊNCIA DO BLOG

O motivo fundamental da existência do meu Blog, é divulgar os textos que meu marido Edno escreve toda semana, tendo como fonte a temática da nossa Igreja.

Que Deus nos abençoe!

segunda-feira, 17 de março de 2014

17-03-2014 - J U I Z E S


 
            As Escrituras Sagradas são tão maravilhosas, que permitem que seus leitores tirem lições profundas de textos aparentemente cansativos, ou de difícil interpretação.
            É o caso do Livro dos Juízes. À primeira vista, o leitor se depara com relatos históricos sobre um povo cercado de outros povos, todos extremamente cruéis, que além de guerrearem entre si, demonstravam uma violência tão exacerbada, que lembra, em muito, os jornais de hoje...
O que nós, povo de Deus, aprendemos ao ler os relatos desse Livro é a atuação do Espírito Santo de Deus na preservação do povo que havia sido escolhido por Ele.
            ( Note-se ainda que Juiz não era apenas um árbitro de questões entre pessoas; era um líder que unia as tribos de Israel, em períodos especiais, para combaterem os seus inimigos )
            Com a história de Sansão, aprendemos que não eram seus cabelos que lhe davam força. Os cabelos simbolizavam sua força que, como a nossa, vem do Espírito Santo de Deus, para quem seus pais haviam feito um voto, o qual foi quebrado por ele, que era fraco diante dos prazeres do mundo.
Com Débora, juíza de Israel, aprendemos, entre outras coisas, que  quando os homens se omitiram ou se acovardaram diante do perigo, o Espírito de Deus suscitou uma mulher para liderá-los.
A cada juiz escolhido pelo Espírito Santo seguia-se um período de vitórias e prosperidade . O afastamento do povo de Israel do verdadeiro Deus, cultuando imagens e ídolos, provocava derrotas, escravidão e miséria.
Ainda hoje permanece a verdade: Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor! (Salmo 33:12a
Baile de Formatura do Edno, em 1957, no Fluminense F.Clube e com a orquestra  Waldemar Spillman, eu toda feliz como madrinha.

17-03-2014 J U I Z E S


           As Escrituras Sagradas são tão maravilhosas, que permitem que seus leitores tirem lições profundas de textos aparentemente cansativos, ou de difícil interpretação.
            É o caso do Livro dos Juízes. À primeira vista, o leitor se depara com relatos históricos sobre um povo cercado de outros povos, todos extremamente cruéis, que além de guerrearem entre si, demonstravam uma violência tão exacerbada, que lembra, em muito, os jornais de hoje...
O que nós, povo de Deus, aprendemos ao ler os relatos desse Livro é a atuação do Espírito Santo de Deus na preservação do povo que havia sido escolhido por Ele.
            ( Note-se ainda que Juiz não era apenas um árbitro de questões entre pessoas; era um líder que unia as tribos de Israel, em períodos especiais, para combaterem os seus inimigos )
            Com a história de Sansão, aprendemos que não eram seus cabelos que lhe davam força. Os cabelos simbolizavam sua força que, como a nossa, vem do Espírito Santo de Deus, para quem seus pais haviam feito um voto, o qual foi quebrado por ele, que era fraco diante dos prazeres do mundo.
Com Débora, juíza de Israel, aprendemos, entre outras coisas, que  quando os homens se omitiram ou se acovardaram diante do perigo, o Espírito de Deus suscitou uma mulher para liderá-los.
A cada juiz escolhido pelo Espírito Santo seguia-se um período de vitórias e prosperidade . O afastamento do povo de Israel do verdadeiro Deus, cultuando imagens e ídolos, provocava derrotas, escravidão e miséria.
Ainda hoje permanece a verdade: Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor! (Salmo 33:12a )

segunda-feira, 10 de março de 2014

10-03-2014 C R I A Ç Ã O


           
 
 
 
             O que caracteriza o ser humano e o diferencia dos outros seres viventes é a sua capacidade de pensar. A partir daí, outras características vão aparecendo, decorrentes da primeira.
            Por ter essa capacidade, o ser humano, desde seu aparecimento na face da terra, busca respostas para tudo que lhe é apresentado.
            Quem sou? De onde vim? Para onde vou?
            Perguntas que grandes pensadores tentaram responder, elaborando teses e teorias, com explicações às vezes complexas demais para a maioria dos que as lêem ou ouvem, outras vezes chegando a serem ridículas...
            A confissão do filósofo Sócrates – Só sei que nada sei - não desestimulou os pensadores e filósofos, pelo contrário.
            A cada dia, aparecem mais “donos da verdade”, tentando explicar o inexplicável, ou revelar o que muitos já sabem...
            O povo cristão, embora seja dividido na sua forma de adoração, é unânime em sua essência: Somos todos formados pelo Criador de todas as coisas, visíveis e invisíveis, do microcosmo ao macrocosmo, a quem, na nossa insignificante nomenclatura, chamamos Deus.
            Cremos que Ele se revelou ao ser humano pelas Suas obras, mas também diretamente a pessoas a quem Ele escolheu e separou, dando-lhes condição de nos revelarem Sua existência e Seus propósitos.
            Se assim não fosse, não faria sentido um homem, – Moisés – ser vocacionado para liderar todo um povo e mais ainda, a escrever cinco livros que ainda hoje são a base das religiões judaica e cristã.
No primeiro livro temos a resposta, apenas numa frase, sobre toda a Criação: No princípio, criou Deus os céus e a terra ( Gênesis 1:1)

segunda-feira, 3 de março de 2014

03-03-2014 I N S P I R A Ç Ã O


3 / 03/ 2014                            INSPIRAÇÃO

            Quem teve o privilégio de, na infância, freqüentar a Escola Bíblica Dominical, deve lembrar como era importante se estudar o Breve Catecismo.
            Era um resumo de doutrinas básicas cristãs evangélicas, sob a forma de perguntas e respostas, simples e objetivas, com as respostas citando as referências bíblicas em que elas estavam baseadas.
            Uma das mais instigantes era: “ Quem escreveu a Bíblia?”
            A resposta era: “ Homens santos inspirados pelo Espírito Santo” e a referência era II Pedro 1:21.           
            Quando, porém, alguém questionava esta resposta, perguntando “ Se Davi escreveu os Salmos, como pode ser considerado santo, se era adúltero?” ficávamos sem saber o que responder...
            Hoje sabemos o significado da palavra santo. Santo quer dizer escolhido.
            É bem mais fácil entender a resposta do Breve Catecismo, se dissermos: Homens escolhidos e inspirados pelo Espírito Santo de Deus.
            A partir daí, tudo fica mais claro. É o Espírito Santo quem escolhe, quem capacita, quem ilumina e também quem zela pela Sua Palavra, escrita por homens diferentes, em épocas diferentes, em lugares diferentes, em idiomas diferentes, mas com um só objetivo: Revelar o Criador à Sua criatura, apontando, em todos os seus 66 livros, para o mesmo ponto central: Jesus Cristo!
            O Espírito Santo inspirou Moisés a escrever os cinco primeiros livros da Lei, inspirou reis, profetas, poetas, historiadores, doutores em Teologia como Paulo de Tarso, médico como Lucas, mas também simples pescadores como Pedro e João, dando ao conjunto de livros a sua milagrosa unidade. 

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

24-02-2014 D O N S



24 / 02 / 2014                               DONS

            Existem palavras que são usadas como se significassem a mesma coisa, mas que se suas origens forem pesquisadas, mostram a diferença entre elas. É o caso de dom e talento.
            Parece, à primeira vista, que são sinônimas, mas uma rápida consulta ao dicionário nos dá condição de diferenciá-las.
            Talento, diz o Aurélio, é qualidade inata, habilidade em alguma área ou setor para executar alguma coisa. ( É também, moeda antiga, de bastante valor...)
            Dom, ou dons, são doações que capacitam alguém para determinada ação.  Aí aparece a pergunta: Doação, de quem para quem?
            Uma forma de procurar entender a diferença é lembrar ( quem teve o privilégio de ter visto) ou procurar ver o filme Amadeus e tirar conclusões, embora não fosse esse o objetivo de seus produtores.
            O enredo do filme conta a história de um músico famoso em sua época, que tinha inveja de outro, que lhe era muito superior.
            Um deles, Salieri, tinha talento para a música. O outro tinha o dom: Amadeus Wolfgang Mozart.
            As Escrituras Sagradas mostram, principalmente no Novo Testamento, uma relação de dons espirituais que são distribuídos pelo Espírito Santo de Deus a quem Lhe apraz, como e quando Lhe apraz.
            Foi o Espírito Santo quem capacitou Simão Pedro, por exemplo, um pescador iletrado, a enfrentar os doutores da Lei de sua época, com intrepidez e coragem ( que também são dons...) para proclamar as Boas Novas de Salvação em Cristo Jesus. ( Atos 4:1-22)

            Ainda hoje os dons do Espírito nos capacitam para a Sua obra.