MOTIVO DA EXISTÊNCIA DO BLOG

O motivo fundamental da existência do meu Blog, é divulgar os textos que meu marido Edno escreve toda semana, tendo como fonte a temática da nossa Igreja.

Que Deus nos abençoe!

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

26-08-2013 C R I S E S


            O mundo está em crise. Para qualquer lado que olhemos, ela está presente, em todas as áreas, em todos os continentes, em todos os países.
            No nosso país, não existe crise. Existem crises. A maior delas, possivelmente, é a crise de autoridade.
 Os três poderes da nossa República, além de não se entenderem entre si, assistem suas lideranças se desentendendo publicamente, quase se agredindo fisicamente...
Quem deveria dar exemplo de serenidade e equilíbrio emocional, se descontrola e demonstra seu despreparo para o exercício do cargo que ocupa, gerando insegurança em nós, que assistimos perplexos os desmandos dos nossos dirigentes.
Afinal – perguntam os que ainda têm alguma esperança de solução –  onde está a autoridade de quem detém o poder de decidir?
            O povo brasileiro está hoje na mesma situação em que o povo judeu se encontrava há mais de dois mil anos atrás: Esperando um líder.
            A vinda do Messias, que era aguardada pelo povo judeu como solução política para a crise daquela época, não foi entendida em toda a sua dimensão espiritual e banalizada pelas lideranças da época... Tanto Pilatos quanto Herodes se sentiam incapazes de tomar uma decisão.
Tinham poder, mas não tinham autoridade...
Nós, que aguardamos a volta de Cristo como solução para todas as crises, temos a convicção que somente Ele tem poder e autoridade para transformar esta nação e o mundo.
Nossa missão é anunciar que a Sua volta está próxima.

    Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor! ( Salmo 33:12)

terça-feira, 20 de agosto de 2013

19-08-2013 M I S E R I C Ó R D I A


              Segundo os noticiários mais isentos, o maior objetivo da Jornada da Juventude no Brasil era tentar “conter o avanço dos evangélicos” que já quase alcançaram em número os católicos romanos nas estatísticas oficiais...
            As estatísticas mostram um avanço relativamente pequeno dos evangélicos nas classes mais ricas, mas preocupante para os católicos, nas classes menos favorecidas.
            Isto levou alguns comentaristas a tirarem uma falsa conclusão sobre o fato: Os menos favorecidos procuram mais a Deus, em busca de soluções...
            A realidade é diferente: Deus é quem procura verdadeiros adoradores e as classes menos favorecidas são as que mais O aceitam!
            È fácil entender o fato, pois quem está mais vulnerável e sem esperanças é o carente, o faminto, o doente.
            Não é novidade esta constatação. Jesus Cristo, há mais de dois mil anos, sempre se dirigiu aos necessitados com compaixão. Eles O seguiam por vários motivos, mas sempre eram tratados com misericórdia.
            Esta é uma das exigências que o Senhor nosso Deus faz a todos nós. Ela está repetida em muitos lugares nas Escrituras Sagradas e faz parte da base de todo o relacionamento entre nós, seguidores de Cristo, com nosso Deus e com nosso próximo.
            Misericórdia quero, não holocaustos”, ( Oséias 6:6) é o que Deus nos esclarece, quando pensamos em oferecer sacrifícios inúteis.
            Jesus Cristo, citando o profeta Miquéias ( 6:8) confirma o que foi escrito:       “... os preceitos mais importantes da Lei: Justiça, misericórdia e a fé...” (Mateus 23: 23 a)

                “Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.” ( Mt. 5:7)

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

12-08-2013 P R E C O N C E I T O


            Nós, cristãos, que dizemos ter Jesus Cristo como modelo para nossas vidas, muitas vezes esquecemos as lições de nosso Mestre e Senhor e permanecemos subjugados a conceitos e preconceitos que há mais de dois mil anos Ele enfrentou e eliminou.
            Um deles é o preconceito que ainda existe contra a atuação de mulheres na comunidade religiosa, restringindo e limitando a sua participação na vida da Igreja de Cristo.
            Controvérsias à parte ( mais uma vez...) não é possível negar que Jesus Cristo foi o Resgatador por excelência dos excluídos e marginalizados, pondo por terra preconceitos, motivando até que seus adversários e inimigos se escandalizassem com suas declarações e atitudes.
            Várias foram as ocasiões em que Ele enfrentou a inveja e a ira de fariseus e doutores da Lei, restaurando vidas de pessoas que, não fosse a Sua intervenção, estariam condenadas à execração pública.
            Além das Escrituras Sagradas registrarem os nomes de mulheres que sobressaíram em suas épocas, tais como Débora, Rute, Ana e tantas outras, nosso Mestre demonstrou Seu amor incondicional a mulheres cujo nome nem são conhecidos.
            Mulheres como a samaritana da fonte de Jacó, a mulher siro fenícia, a mulher com hemorragia incurável, a mulher adúltera, foram atingidas pela Graça Redentora do Senhor Jesus, que deu-lhes condição de viverem uma vida nova, libertas dos estigmas que lhes eram imputados.
            Como podemos, em sã consciência, querer limitar a ação de nossas irmãs em nossas igrejas, se o próprio Senhor Jesus as colocou em destaque?
            Não foi um homem que lavou os pés do Senhor com suas lágrimas...

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

05-08-2013 D E V E R E S


             Nós temos no Brasil um dos melhores conjuntos de leis de proteção à criança e ao adolescente.
            A grande dificuldade é, como sempre acontece, fazer com que elas sejam cumpridas, começando pelas próprias autoridades...
            O povo cristão, que tem sua base doutrinária nas Escrituras Sagradas, sabe a importância da família na formação do caráter do cidadão.
            O Antigo Testamento está repleto de admoestações e recomendações aos chefes de família para cuidarem de seus filhos desde pequeninos.
            ( Ninguém, em sã consciência, pode admitir que os pais de um recém nascido deixem de registrá-lo no cartório, garantindo-lhe a cidadania, nem de aplicar-lhe as vacinas obrigatórias, garantindo-lhe um início de vida saudável e imunizando-o contra doenças próprias da infância...)
            Se fazemos isto com relação à parte jurídica e com relação à saúde, por que não tomar providências, também, no que se refere a questão mais importante, que é a espiritual? 
            Não é somente importante, mas imprescindível, que os pais levem seus filhos não apenas à presença da congregação a que façam parte, para apresentá-lo, nem somente levá-lo para ser batizado e depois deixá-lo sofrendo as influências do mundo,  com todo o seu arsenal de armadilhas...
            Os evangelistas narram que foram os pais que, mesmo contra a vontade dos discípulos de Jesus Cristo, levaram seus filhos para que Ele os abençoasse.           A Lei de Moisés já vigorava e determinava  como deveriam proceder os pais com seus filhos. ( Deuteronômio 6:1-9) Eles foram além. Não esperaram que seus filhos tivessem discernimento para escolher...
                     Receber bênção, quanto mais cedo, melhor.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

29-07-2013 E S T R A N G E I R O S


             Uma das medidas mais polêmicas que o atual governo brasileiro tomou foi o projeto de “importação” de profissionais médicos estrangeiros, com o argumento de faltarem profissionais qualificados no país ( sic).
            Controvérsias à parte, sempre haverá uma reação dos atingidos pela presença de pessoas estranhas em sua área de atuação.
            É mais do que conhecida a rejeição de alguns países europeus à entrada de trabalhadores, de qualquer tipo, que possam tirar o lugar dos trabalhadores locais, ainda mais na situação econômica difícil que estão atravessando...  
            No tempo de Jesus Cristo era ainda mais ostensivo o preconceito contra os estrangeiros, que eram chamados gentios ( da mesma forma que os gregos chamavam os estrangeiros de bárbaros...)
            O preconceito religioso dos judeus, então, chegava a ser agressivo, atingindo até os meio judeus, como os samaritanos, abominados pelos que “se achavam raça pura...”
            Jesus Cristo enfrentou e derrubou todos os preconceitos e discriminações com palavras, atitudes e demonstrações de amor incondicional, demonstrando que o Reino de Deus não admitia diferenças entre seus servos.
            A Sua recomendação final aos apóstolos de pregação do Evangelho a toda criatura foi: “... e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria, até os confins da Terra” ( Atos 1:8 b)
Como bem argumentou o apóstolo Paulo, em sua carta aos cristãos de Roma, que tentavam implantar uma diferença entre os cristãos judeus e os não judeus: “...pois todos pecaram e carecem da Graça de Deus” ( Rm.3:23)

segunda-feira, 22 de julho de 2013

22-07-2013 N O V O R U M O


             Possivelmente poucas pessoas conheçam o real significado da palavra pecado. Pecar significa, basicamente, errar o alvo.
            Nós entendemos que pecar é agir em desacordo com a vontade dAquele que nos criou à Sua imagem e à Sua semelhança, e que criou todas as coisas para Seu prazer e Sua Glória.
            Baseados nessa idéia, podemos dizer que todos nascemos com uma incapacidade de “acertar o alvo” que nos é apresentado, errando o objetivo de nossas vidas, confundindo ou substituindo – o por outros, que não são o que Deus planejou para nós.
            Quando apraz a Deus, todavia, somos compelidos a mudar totalmente o rumo que pensamos ser o melhor para nós.
            Os planos de Deus são eternos e infalíveis. Nada pode alterar o que Ele, desde a Eternidade, preparou para a Humanidade e, em particular, para cada um de nós.
            As Escrituras Sagradas nos servem para termos a certeza disso. Desde o relato da Criação do Universo e do homem, até a consumação dos séculos, elas nos apresentam exemplos claros da ação da Providência Divina, culminando com a vinda do Filho de Deus para nos mostrar o rumo certo, conforme Ele mesmo afirmou: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim” ( João 14:6 )
            O Novo Testamento está repleto de exemplos de pessoas que tiveram o rumo de suas vidas corrigido por Jesus: Os pescadores que se tornaram apóstolos ( Mt. 4:18-22) a mulher samaritana ( Jo. 4:1-30) Zaqueu, o publicano ( Lc. 1: 1-10). Finalmente Saulo, o algoz dos cristãos ( Atos 9 ).

        Jesus mudou o rumo da vida deles. Ele mudou o meu. Ele pode mudar o seu. 

 

segunda-feira, 15 de julho de 2013

15-07-2013 D I F E R E N Ç A S


               Nas últimas semanas, temos visto dezenas de manifestações populares com os mais variados objetivos; uns claros e explícitos, outros obscuros e sem origem definida.
            A mais ordeira e pacífica de todas, sem sombra de dúvida, foi a já conhecida Marcha para Jesus”, que todos os anos leva milhares de pessoas às ruas para louvar o nome de Jesus Cristo, cada uma louvando da forma que mais lhe apraz. Os poucos veículos da mídia que se dispuseram a divulgá-la não tiveram como deixar de ressaltar a diferença entre esta e outras manifestações populares, mesmo considerando ser de cunho religioso.
            Nós, cristãos, somos realmente diferentes e fazemos a diferença.
            Nós fazemos parte de uma minoria que em todas as situações consegue se manter tranqüila, sem perder de vista o seu maior objetivo, que é anunciar que a verdadeira paz  somente Cristo, o Príncipe da Paz, pode dar.
            Não é só, entretanto, nos momentos de alegria que fazemos diferença. É também e principalmente nos momentos de dor que nossas reações demonstram quem realmente somos.
            Não somos masoquistas, que têm prazer no sofrimento, em sentir dor.
            Somos, sim, pela fé que temos, capazes de enfrentar as vicissitudes que a vida apresenta a todos, indistintamente, mas que não nos pegam de surpresa, porque fomos alertados por nosso Mestre e Senhor que também estaríamos sujeitos a elas. ( João 16:33)
            Como se diz popularmente, sabemos “fazer do limão uma limonada”.
            As dores, as doenças, as injustiças, as perseguições, as tribulações que todos nós passamos, servem para que procuremos nos aproximar ainda mais uns dos outros e, todos, do Senhor de nossas vidas, Cristo Jesus.