MOTIVO DA EXISTÊNCIA DO BLOG

O motivo fundamental da existência do meu Blog, é divulgar os textos que meu marido Edno escreve toda semana, tendo como fonte a temática da nossa Igreja.

Que Deus nos abençoe!

segunda-feira, 22 de abril de 2013

22-04-2013 C I R C U N S T Â N C I A S


             Para quem gosta de tirar lições de pequenos detalhes relatados nas Escrituras Sagradas, os milagres que Jesus Cristo realizou são fonte inesgotável de aplicações práticas.
            Os milagres mais conhecidos, como multiplicação de pães e peixes, transformação de água em vinho, curas maravilhosas e expulsão de demônios, são a demonstração de Seu poder sobre tudo e sobre todos, quase sempre com finalidade didática. 
            O que muitas vezes passa despercebido é a capacidade que o nosso Mestre e Senhor tem de mudar as circunstâncias para atingir Seu propósito, que sempre é nos edificar e aumentar nossa pequena fé.
            Episódios como o encontro com Natanael ( João 1:43-49) a cura da sogra de Pedro (Mc.1:30-31 ) a moeda na boca do peixe (Mt. 17:24-27 ), não são muito usados em sermões pastorais, mas nos dão a sensação de que, como diz um louvor nosso conhecido, apesar da Glória que Ele tem, Ele se importa conosco também, míseros pecadores, alterando o curso dos acontecimentos, para que sintamos a Sua presença em nossas vidas.
            Se colocarmos todos os nossos desejos a Seus pés e nossas vidas em Suas mãos, sentimos a certeza de que, dependendo da Sua vontade, tudo pode mudar. Ele afirma isso quando nos lembra que as aves do céu e as flores do campo, por melhores que sejam, são menos importantes para Ele do que nós.
            O melhor remédio para ansiedade, stress, depressão, baixa estima, complexos, frustrações, decepções, desilusões e tudo que possa tirar a paz de espírito e alegria de viver é simples, ao alcance de todo aquele que crê em Suas promessas: Jesus Cristo!
            Ele muda circunstâncias, Ele muda vidas. Ele mudou a minha.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

15-04-2013 F A L Ê N C I A


             Todos os dias, o noticiário da emissoras de televisão nos passa uma sensação de que a saúde pública no nosso país está falida.
            Quem tem possibilidade de pagar um plano de saúde, na esperança de melhor atendimento, está cada vez mais desiludido.
            O excesso de pacientes e a escassez de médicos está levando os planos de saúde ao caos; isso sem falar na ganância que move alguns empresários, que torna cada vez mais difícil um profissional da área médica exercer com dignidade a sua profissão...
            Para quem diz que só aqui, neste país, acontecem estas coisas, é bom lembrar que nos Estados Unidos da América do Norte está havendo uma verdadeira revolução, pela tentativa do governo de lá fazer mudanças no sistema de saúde que está, também, à beira da falência... 
            Quando estudamos, como estamos fazendo, as narrativas dos evangelistas sobre as curas maravilhosas que Jesus Cristo realizou em tão pouco tempo de Ministério, não é possível deixar de fazer algumas considerações sobre a Sua divindade.
            Somente o Filho de Deus tem capacidade de realizar curas como as que Ele realizou, nas mais diferentes condições e situações.
            ( Quando, há cinquenta anos atrás, um médico entrou em crise por ter somente um desfibrilador e cinco pacientes estarem necessitando dele para sobreviver, gritou no corredor do hospital: “Eu não sou Deus para decidir quem deve viver ou morrer!” foi um escândalo. Hoje é rotina...)
            Jesus Cristo mostrou a seus discípulos que as curas independem das circunstâncias, tais como merecimento, boas obras, contribuições.
                             Ele apenas dizia ao paciente: A tua fé te salvou! 

sexta-feira, 12 de abril de 2013

08-04-2013 C E G U E I R A


            De todos os relatos  dos evangelistas sobre os milagres de Jesus Cristo, um dos mais detalhados e emocionantes é o que o apóstolo João faz acerca da cura milagrosa do cego. (capítulo 9)
            João narra o fato com a credibilidade de quem estava presente e nos dá condição de participarmos como espectadores privilegiados, tal a riqueza de detalhes que ele consegue transmitir. Deus seja louvado!
            Sobre este episódio muito já foi escrito e o tema nunca será esgotado.
            Cada trecho  da narrativa dá margem a serem tiradas muitas lições.
            A timidez dos pais do cego ao enfrentarem o interrogatório dos fariseus, que procuravam inutilmente uma forma de contestar o milagre, a coragem do cego enfrentando até a expulsão da sinagoga que lhe traria problemas futuros, são alguns dos temas mais instigantes para uma reflexão.
            O que mais emociona a quem lê todo o capítulo, pela sua autenticidade, é o diálogo entre Jesus e o cego, depois da expulsão.
            Não foi o cego que saiu a procura de Jesus. Foi Jesus que o procurou. O cego nem O reconheceu, nem mesmo a Sua voz.
            Jesus faz uma pergunta para ouvir de viva voz a confissão do cego e então se revela como Aquele que veio ao mundo para que ninguém mais andasse em trevas.
            O maior milagre que Jesus Cristo faz não é curar cegueiras físicas.
(Alguns tipos delas já podem ser diagnosticados e tratados pela ciência moderna). A maior cegueira, que só Jesus Cristo é capaz de curar, é a cegueira espiritual. Esta, só é curada quando alguém tem um encontro com Ele. O cego, ao se lavar, obedecendo à Sua ordem, passou a enxergar. 
Quando teve um encontro com Jesus Cristo, passou a ver.  

terça-feira, 2 de abril de 2013


segunda-feira, 1 de abril de 2013

01-04-2013 G A R A N T I A


           A vida moderna é tão agitada que dificilmente nos apercebemos de pequeninos detalhes que fazem parte do nosso cotidiano e que existem para facilitar nossas vidas.
            Alguns destes, para citar apenas três, são: a garantia de funcionamento, o prazo de validade e a apólice de seguro.
            São declarações feitas por escrito, assegurando direitos que uma pessoa tem com relação  ao bem adquirido.
            Uma coisa elas têm em comum: o tempo.
            Alguns aparelhos eletrônicos têm garantia de funcionamento de um ano, outros de seis meses; lâmpadas, entretanto, não têm garantia...
            Remédios e alimentos têm explícitos em sua embalagem, por lei, data de comercialização e prazo de validade.
            Apólices de seguro, normalmente, são contratos com um ano de vigência, renováveis a critério dos contratantes.
            O que se pode dizer a alguém que não crê nas promessas que Jesus Cristo fez a seus discípulos – e a nós, por extensão – sobre ressurreição e vida eterna? Elas foram feitas, registradas por escritores idôneos, na presença de testemunhas  e permanecem em vigor até a Sua volta.
            São acrescidas pelo fato de Ele ter dado o exemplo. Tudo o que prometeu, Ele cumpriu em Si mesmo.
            O Evangelho de Jesus Cristo continua funcionando, transformando vidas, caracteres, restaurando relacionamentos, curando doenças do corpo e da alma. Seu prazo de validade não termina nunca. A apólice de seguro contra a morte eterna não se extingue, porque foi escrita com Seu sangue.
Jesus Cristo, ao ressuscitar, nos deu a garantia de vida eterna. 

sábado, 23 de março de 2013

25-03-2013 R E S S U R R E I Ç Ã O


             Durante todos estes séculos, têm aparecido tentativas do Acusador de nossas almas, procurando contestar a autenticidade dos fatos narrados nas Escrituras Sagradas e principalmente a mensagem do Novo Testamento – as Boas Novas de Salvação, o Evangelho de Jesus Cristo.
             ( Há alguns dias atrás, foi veiculada pela imprensa mais uma “descoberta científica”, que supõe que Pilatos participou da última ceia com Jesus de Nazaré. Por ser ridícula, não teve maiores repercussões, mas não deixa de ser mais uma artimanha diabólica para criar a dúvida em quem não tem sua fé alicerçada na Palavra de Deus).
            O Evangelho é baseado em textos com testemunhos de algumas pessoas e referendado pelos contextos de outras tantas, que confirmam fatos insofismáveis, registrados até por quem não cria neles...
            Jesus Cristo nasceu, viveu, foi julgado, condenado à morte, foi crucificado e morreu. Isto, os historiadores, mesmo que quisessem, não podem contestar.
           O que somente os cristãos crêem e anunciam, a tempo e fora de tempo, é que Ele ressuscitou ao terceiro dia, conforme havia anunciado que aconteceria, esteve entre nós por mais quarenta dias e que mais de quinhentas pessoas assistiram Sua ascensão aos céus, prometendo que vai voltar.
           Crer nestes fatos somente pelos testemunhos que foram registrados, não salva ninguém da condenação eterna.
            Salvação é pela Graça, mediante a fé. ( Efésios 2:8 ).
            Ficamos, pois, com o testemunho de Paulo: “Se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa fé. Se Cristo não ressuscitou, somos os mais infelizes de todos os homens”(I Coríntios 15:1-19 )

 

segunda-feira, 18 de março de 2013

18-03-2013 T R I U N F O


            Um dos fatos acontecidos durante o Ministério de Jesus Cristo que todos os quatro evangelistas narram é Sua entrada em Jerusalém, durante os preparativos para a festa da Páscoa Judaica.
            Nada que aconteceu foi obra do acaso.
            O acaso, sempre é bom repetir, não existe. Os detalhes são contados de forma diferente, mas sempre apontam para a motivação maior: a chegada do Rei dos reis e Senhor dos senhores, para cumprir todas as profecias e vencer o maior inimigo de toda a Humanidade: o Pecado!( Quando Jesus, nas Bodas de Caná da Galiléia, diz para Maria, sua mãe:
              “Não é chegada a minha hora” ( João 2:4) Ele já se referia ao milagre maior que aconteceria após sua prisão, julgamento e morte infame na cruz: a Sua Ressurreição ao terceiro dia – o Seu Triunfo sobre a Morte).
              O chamado Domingo de Ramos inicia as festividades da Páscoa cristã, lembrando o paradoxo entre a aclamação que o povo promoveu ao receber o Messias prometido com cânticos de “Hosana ao Filho de Davi!”  e dias depois, este mesmo povo, insuflado pelos sacerdotes, pedia Sua morte a Pôncio Pilatos, com gritos de “ Crucifica-o!”
              Durante os dias seguintes, os fatos que foram registrados mostram que Jesus Cristo tinha o total controle da situação. Ele jamais foi pego de surpresa, ou improvisou algum “ Plano B”.
              Mesmo conhecendo quem O entregaria nas mãos de seus algozes, Ele ceiou com os doze discípulos e lavou-lhes os pés, dando-lhes o exemplo de humildade que é necessária aos que pretendem seguir seus passos.
               Seu exemplo máximo de amor, já na cruz, pedindo a Deus perdão para seus inimigos, ainda é o maior desafio que um cristão tem que enfrentar.